Sombra do Nubank e a Sombra do Conflito de Interesses na Radiodifusão
“Entre o acobertamento das faturas de R$ 427 milhões da ‘Turma do KN’ e o silêncio sobre a simbiose entre ex-dirigentes do Banco Central e o Nubank — do qual é sócia —, a TV Globo abandona o dever da concessão pública para proteger o império do capital financeiro.”
Até onde vai a fronteira entre a “linha editorial” de um grupo de mídia e o favorecimento explícito aos interesses econômicos de seus sócios e aliados no Judiciário? A postura da TV Globo diante das estarrecedoras revelações do caso Banco Master e do ecossistema das fintechs deixou de ser um enigma jornalístico para se tornar uma questão de estrita responsabilidade legal. Ao omitir do público o escândalo do recebimento de R$ 5 milhões do dinheiro roubado por Vorcaro, por parte do Instituto de André Mendonça depois do encontro secreto na sede de seu instituto-empresa, causa estranhamento; além disso a empresa foca na destruição de Alexandre de Moraes e não diz que este Ministro não participou de qualquer decisão sobre casos relacionados ao Master ou a Daniel Vorcaro, enquanto se finge de cega para os R$ 25 milhões em contratos sem licitação com prefeituras bolsonarista, recebidos por Mendonça através de sua consultoria de qualquer coisa – na verdade o instituto vendia proximidade com o Ministro do STF. A cegueira se acentua quando nenhum de seus noticiários ou repórter falam sobre a “Turma do KN” (envolvendo o contrato de R$ 427 milhões de Nunes Marques, estadias luxuosas e protituta pagas com dinheiro roubado de Vorcaro para, ao que tudo indica, fazer a rachadona propiciada com a manobra de R$ 8,5 bilhões, realizada por Kássio Nunes Marques no STF, votando quando claramente estaria totalmente impedido); ao mesmo tempo em que blinda os movimentos de ex-dirigentes do Banco Central que migraram para o Nubank — instituição na qual a Globo detém participação acionária e parcerias milionárias —, a emissora rasga os compromissos fundamentais que condicionam a sua outorga de TV aberta.
1. A Omissão Seletiva: Por Que Esconder a “Turma do KN” e as Mofadinhas do STF?
Os fatos que vieram à tona sobre a atuação do ministro Kassio Nunes Marques e do relator André Mendonça no escândalo do Banco Master são estarrecedores sob qualquer métrica republicana. Estamos falando de:
Um contrato de R$ 427 milhões em honorários de êxito atrelado ao entorno de gabinetes no STF;
O favorecimento de uma cartada de R$ 8,5 bilhões em precatórios após um “passe de mágica” regimental;
Mimos de altíssimo luxo no Hotel Fasano, camarotes e repasses mensais operados por investigados.
Ainda assim, nos telejornais da maior emissora do país, a cobertura sobre o tema foi estrangulada, suavizada ou tratada com um pudor inédito. A pergunta que se impõe é direta e incisiva: haveria favorecimento ou trocas veladas de influência entre o conglomerado de mídia e decisões proferidas no âmbito dos tribunais superiores que atenderam aos seus próprios interesses corporativos? O silêncio estridente do Projac diante de abusos explícitos do Judiciário levanta a inevitável suspeita de uma blindagem calculada para proteger um sistema do qual o próprio grupo de comunicação se beneficia.
2. O Triângulo de Ouro: Banco Central, Nubank e os Negócios da Vênus
A teia de interesses ganha contornos ainda mais preocupantes quando se analisa a simbiose entre o ambiente regulatório e o mercado financeiro digital. O trânsito de ex-presidentes e diretores do Banco Central para posições de comando e conselho em fintechs como o Nubank é a porta giratória mais rentável do capitalismo brasileiro.
Decisões regulatórias tomadas no âmbito do BC ao longo dos últimos anos criaram o ecossistema perfeito para a explosão do Nubank — empresa em que o Grupo Globo figura como investidor acionário e parceiro estratégico de mídia. Enquanto o Banco Central aplicava regras rígidas ao sistema tradicional, abriam-se avenidas de flexibilização para as fintechs.
Por que a Globo se nega a investigar com o devido rigor os potenciais conflitos de interesse entre ex-autoridades do Banco Central e a gigante digital de que é sócia?
Quando a emissora que detém a maior concessão pública de comunicação do país se torna sócia dos entes que deveriam ser fiscalizados pelo jornalismo, a isenção vira poeira. Proteger o Nubank e as decisões do BC que o favoreceram passa a ser, na prática, proteger o próprio balanço patrimonial da Família Marinho.
3. A Fragilidade da Concessão: A Fatura da Traição Editorial
A Constituição Federal de 1988 é taxativa: o sinal de televisão aberta é um bem público outorgado pelo Estado (Artigo 221, I e IV da CF), condicionado ao dever de prestar informação verdadeira, isenta e de relevante valor social. O Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei nº 4.117/1962, Art. 53) tipifica como abuso do direito de outorga a supressão deliberada de fatos de interesse público para favorecer interesses econômicos privados.
Ao adotar uma linha editorial que blinda suspeitos de colarinho branco no STF, esconde escândalos no Banco Central e protege os negócios digitais em que tem participação financeira, o Grupo Globo comete um desvio de finalidade sistemático.
A emissora parece não ter aprendido nada com o passado recente. Quando aceitou ser linha de transmissão dos abusos da Lava Jato, quase viu seu negócio ruir. Salva pelo recompromisso temporário com a institucionalidade, a Vênus Platinada volta a ceder à tentação de agir como partido político e balcão do mercado financeiro.
Se a extrema-direita ou o arbítrio institucional que a emissora hoje acoberta voltarem a se consolidar, a cassação da sua concessão não será uma ameaça abstrata — será um processo juridicamente fundamentado e politicamente inevitável. E, após trair o público e sonegar a verdade em nome do lucro de seus parceiros bancários, a Globo descobrirá que não restou ninguém na sociedade civil disposto a defendê-la.
PERGUNTAS GARRAFAIS PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA:
A TV GLOBO USA A CONCESSÃO PÚBLICA PARA PROTEGER SEUS PRÓPRIOS INVESTIMENTOS NO MERCADO FINANCEIRO?
É LEGALMENTE POSSÍVEL A ABERTURA DE PROCESSO DE CASSAÇÃO DA CONCESSÃO DA GLOBO POR OMISSÃO DE ESCÂNDALOS DO JUDICIÁRIO E DO SISTEMA BANCÁRIO?
A resposta jurídica é SIM. O descumprimento da função social da informação e o uso do sinal de TV aberta para manobras de acobertamento comercial configuram justa causa para a não-renovação da outorga pelo Ministério das Comunicações e pelo Congresso Nacional.
ERRATA? NÃO, PREMONIÇÃO: A CONTA DE MENDONÇA QUE NÃO FECHA NEM COM MILAGRE
Na edição do último dia 15 de setembro, este CORREIO NACIONAL publicou uma reportagem apontando que a súbita timidez do ministro André Mendonça em escancarar os sigilos telefônicos de Daniel Vorcaro guardava relação direta com dinheiros milionários irrigando o seu ecossistema. Na ocasião, a claque de gabinetes e os defensores da retórica da “imparcialidade” vociferaram contra a nossa apuração.
Vimos a público hoje, portanto, para prestar o nosso mais sincero pedido de desculpas… por termos sido econômicos.
A realidade, sempre caprichosa em Brasília, provou que a nossa reportagem não errou — apenas ficou aquém do refinamento do negócio. Veio à luz a confirmação de que o ministro recebeu a bagatela de R$ 5 milhões vinda diretamente das mãos de um sócio do próprio Vorcaro. A transação, que nasceu sob a roupagem de uma aprazível sociedade comercial entre o magistrado e o operador financeiro, passou por uma mágica metamorfose jurídica e foi subitamente rebatizada de “empréstimo pessoal”.
Um empréstimo com taxas genuinamente bolsonarianas de juros e condições de pagamento que fariam qualquer banco de varejo chorar de inveja: até o presente momento, o nobre ministro quitou a impressionante marca de pouco mais de 5% do total do saldo.
Diante de tamanha generosidade privada, o CORREIO NACIONAL se vê na obrigação de lançar ao leitor a única pergunta que a liturgia da Corte insiste em não fazer: não fosse a toga no ombro e a cadeira no STF, haveria na praça algum ser humano de boa alma disposto a entregar R$ 5 milhões a perder de vista para André Mendonça?
A benevolência, contudo, não para na pessoa física. A matemática do terrivelmente bem-sucedido magistrado estende-se ao seu antigo instituto — aquele do qual ele era proprietário até outro dia. Trata-se do mesmo instituto que subitamente virou o destino preferido das verbas de prefeituras geridas pelo campo bolsonarista, que jorraram outros tantos milhões em contratos que dispensam qualquer esforço de explicitação.
O CORREIO NACIONAL reforça, assim, o seu compromisso com a exatidão: não erramos dia 15. Apenas assistimos, em tempo real, ao encontro marcado entre a moralidade de fachada e as planilhas bancárias do mundo real.
Com tempero de Hollywood e acabamento de pastelão brasiliense, consórcio golpista uniu espionagem internacional, laudo sob encomenda e vaza-jato globalista para tentar implodir o pleito e arrancar o magistrado da cena política.
BRASÍLIA — O que se desenhava como uma pretensa cruzada pela transparência institucional foi desmascarado como uma operação criminosa de guerra híbrida. Investigações de bastidor revelam que o ministro Alexandre de Moraes foi o alvo central de uma armação engendrada por uma verdadeira quadrilha transnacional: agentes da CIA, um perito técnico de moral flexível e uma repórter do Grupo Globo. O consórcio fabricou uma perícia completamente falsa, recheada de dados manipulados e laudos encomendados, com o objetivo explícito de criar o caos na Suprema Corte, emparedar o magistrado e desestabilizar as eleições brasileiras.
A trama, que faria qualquer roteirista de suspense barato babar de inveja, escancara até onde vai o desespero quando o objetivo é melar o jogo democrático. A engenharia da farsa funcionava em perfeita divisão de trabalho: a agência norte-americana forneceu o arcabouço tecnológico e a orientação geopolítica; o perito “alugado” assinou a fraude com o carimbo de autoridade técnica; e a repórter encarregou-se de dar o ar de escândalo urgente na tela da maior rede de televisão do país.
O cinismo da operação reside justamente no uso do jornalismo e da perícia técnica como armas de arremesso. A dita “prova cabal” que supostamente incriminava Moraes não passava de uma montagem grosseira, um Frankenstein digital gerado para virar manchete de última hora e pauta no horário nobre. O timing, claro, não foi obra do acaso: a bomba com pavio curto foi solta exatamente na reta final do período eleitoral, desenhada sob medida para alimentar a claque das redes sociais e dar pretexto para pedidos de impeachment e anulação do pleito.
Enquanto a grande mídia fingia consternação e cobrava explicações do ministro, o bastidor da farsa ruiu pela própria pressa dos executores. O consórcio subestimou a capacidade de checagem do próprio Supremo e a amadorística contradição do laudo pericial, que evaporou ao menor sinal de auditoria independente. A repórter, que sonhava com o Prêmio Pulitzer por derrubar um ministro do STF, e o perito, que já contava os dividendos do serviço prestado, viram o enredo ruir em tempo recorde.
CONCLUINDO,
a tentativa de usar a infraestrutura da espionagem americana combinada com o sensacionalismo da vênus platinada revelou-se um tiro no pé de proporções épicas. Moraes, que deveria figurar como o grande vilão abatido pela “moralidade”, sai da emboscada como a vítima inequívoca de um complô internacional de quinta categoria.
A quadrilha que se juntou para interferir na soberania popular e nas urnas do país descobre agora o preço de operar fraudes tão transparentes. Resta saber se os envolvidos — da inteligência estrangeira à redação de TV — prestarão seus depoimentos em português ou se precisarão de tradução simultânea quando a conta jurídica do golpe fracassado chegar.
“Se atuasse na Europa ou nos Estados Unidos, as condutas de Mendonça — do uso da LSN contra críticos à parcialidade judicial — levariam a impeachment sumário, cassação de licença e processo criminal.”
Advogado da Tirania: A Herança de Mendonça na MJSP e o Que a Legislação Global Diz sobre um Juiz Militante
André Luiz Mendonça junto do presidente Jair Bolsonaro. Foto: Agência Brasil - "Militância de Estado: os métodos que Mendonça usou no Executivo agora mancham a Suprema Corte brasileira."
Para compreender o comportamento do “terrivelmente evangélico” no STF, basta folhear seu histórico como Ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro. Não se trata de um jurista surpreendido por desvios pontuais, mas de um operador político treinado para transformar o aparelho estatal e legal em uma máquina de perseguição ideológica e blindagem de aliados.
À frente do Ministério da Justiça, Mendonça vulgarizou o uso da finada Lei de Segurança Nacional (LSN). Sob seu comando, a Polícia Federal foi convertida em polícia política para perseguir professores, advogados, cartunistas e jornalistas cujo único “crime” era criticar o então presidente. Além disso, foi o braço forte na tentativa de instrumentalizar relatórios da Secretaria de Operações Integradas (Seoppi) para monitorar antifascistas.
A pergunta inevitável é: o que aconteceria a um juiz ou autoridade com esse histórico em democracias consolidadas?
Na Legislação Europeia (União Europeia e Reino Unido): Na jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH), a conduta de Mendonça violaria frontalmente o Artigo 6º da Convenção Europeia de Direitos Humanos (Direito a um Julgamento Justo/Garantia de Imparcialidade). Na Alemanha ou na França, a requisição de provas sigilosas para alavancar ataques políticos contra outros magistrados configuraria Prevaricação (Rechtsbeugung, no código alemão, § 339) e Abuso de Autoridade, resultando na remoção compulsória do cargo (Impeachment/Disciplinary Removal) e em pena de prisão que varia de 1 a 5 anos.
Na Legislação dos Estados Unidos: Nos EUA, sob o Título 28 do Código Americano (§ 455), um juiz federal que mantivesse reuniões informais com investigados e demonstrasse evidente viés político seria obrigado a se declarar suspeito (recusal). A recusa deliberada e o vazamento seletivo de provas sigilosas configurariam Obstrução da Justiça (18 U.S.C. § 1503) e Violations of Judicial Canons (Código de Conduta para Juízes dos EUA). O comitê do Judiciário da Câmara dos Deputados instauraria imediatamente um processo de Impeachment, culminando em sua destituição pelo Senado, além do banimento definitivo do exercício do Direito pela Bar Association.
No Brasil, contudo, a toga continua servindo de escudo para a maquiagem política. Embora os militares tenham deixado uma excelente oportunidade jurídica para que os democratas usando o expedientes de enviesar de forma conveniente as leis possam usar as mesmas artimanhas fascistas e aplicar o código militar para enquadrar Mendonça e os filhos de Bolsonaro como Lesas-pátrias .
Livro II – Dos Crimes Militares em Tempo de Guerra
Título I – Do Favorecimento ao Inimigo
Capítulo I – Da Traição
O Art. 355 estabelece pena de morte (grau máximo) ou reclusão de vinte anos (grau mínimo) para o nacional que tomar armas contra o Brasil ou prestar serviço a forças armadas inimigas.
Ora, há de fato uma “guerra comercial” e uma “guerra contra a democracia brasileiro – com o apoio de agentes internos (os Bolsonaros e infiltrados com André Mendonça). Sob o pretexto do não-funcionamento do sistema de justiça brasileiro e da corrupção da Suprema Corte Brasileira estrangeiros tentam coagir juízes e reverter condenações que de fato buscam blindar nossa democracia do lixo ditatorial; ao expor de forma pinçada e direcionada o juiz que condenou agentes políticos que chegaram a planejar o assassinato do próprio juiz e do vice e do presidente, André Mendonça forma se alinha ao golpismo e coloca sua paixão política acima dos interesses nacionais. Para o bem do Brasil tanto ele quanto seu antecessor Sérgio Moro deveria apodrecer atrás das grades, onde por clemência, Lula reeleito e eles condenados, o prosidente convertesse a condenação à morte em prisão perpétua; assim, de início desistiria aquele outro desprovido de ética que futuramente se arvorasse a usar a liberdade sagrada da democracia para intentar contra a nação brasileira.
André Mendonça e Jair Bolsonaro – foto de Evaristo Sá – AFP – Reprodução
“Ao mesmo tempo em que tranca dados sensíveis de corruptores em um ‘cofre’ pessoal no STF, o ex-advogado do bolsonarismo opera a metralhadora de vazamentos para triturar adversários e salvar o clã Bolsonaro.”
O hábito não faz o monge, tampouco a toga garante a imparcialidade de quem veste a camisa de um projeto político autoritário. A condução da relatoria do Banco Master pelo ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal ultrapassou a fronteira da aberração jurídica para se consagrar como um escândalo institucional explícito. Entre idas ao alfaiate com lobistas de empresários investigados e o vazamento seletivo de dados que miram alvos estratégicos, o magistrado “terrivelmente evangélico” converteu seu gabinete em um bunker de guerra eleitoral.
Investigações da Polícia Federal revelaram que, antes mesmo de abocanhar a relatoria do escândalo do Banco Master, André Mendonça mantinha encontros secretos com o empresário Daniel Vorcaro. Mensagens interceptadas revelam diálogos estarrecedores sobre “fazer terno no alfaiate” e “deixar o ministro balançado” para defender os interesses da instituição financeira falida no Banco Central.
Quando a bomba estourou e o processo aportou em suas mãos, o modus operandi mudou do diálogo cordial para a chantagem institucional. Mendonça exigiu a cópia do material bruto do celular de Vorcaro. Em vez de atuar como o juiz garantista que alega ser, encarnou o acusador: usou a apuração para garimpar mencões a Alexandre de Moraes e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, vazando cirurgicamente peças para desgastar a imagem do Judiciário e do Governo Federal.
Enquanto isso, de maneira cinicamente conveniente, os inquéritos e indícios que tocam as finanças obscuras do senador Flávio Bolsonaro repousam sob um véu de absoluto esquecimento e blindagem. Quando a Polícia Federal aponta as vísceras do esquema Master, Mendonça afirma que os dados “estão trancados em um cofre” em seu gabinete. Um cofre bastante seletivo, diga-se de passagem: só abre para vazar o que interessa à campanha eleitoral do bolsonarismo.
Foto: Rosinei Coutinho/STF
A gravidade da conduta de André Mendonça atinge o ponto de ilicitude penal e insanidade processual quando o ministro decide sequestrar o material probatório para o “cofre” do seu próprio gabinete. Ao usurpar a competência da Polícia Federal e do Ministério Público, chamando para si o controle exclusivo e privado dos dados brutos extraídos do celular do empresário Daniel Vorcaro, Mendonça promoveu uma apavorante quebra da cadeia de custódia das provas (tipificada ostensivamente nos artigos 158-A a 158-F do Código de Processo Penal).
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, registrou, no início da sessão plenária desta quarta-feira (17), que o ministro André Mendonça completou quatro anos de atuação na Corte. “É um momento para se referir a uma trajetória dedicada ao direito e à Justiça”, afirmou Fachin. Ele destacou a ampla experiência profissional de Mendonça, que atuou na advocacia privada e pública, chefiou a Advocacia-Geral da União (AGU) por duas vezes e exerceu o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.
Em sua manifestação, Fachin mencionou algumas decisões de destaque relatadas por André Mendonça, que, segundo o presidente, simbolizam o comprometimento do ministro com o trabalho desafiador desenvolvido no Tribunal. Entre os processos está a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 63, em que o STF reconheceu a omissão do Congresso Nacional em aprovar uma lei específica para proteger o Pantanal Mato-grossense.
O ministro homenageado também relatou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5894, em que o Plenário considerou válida a regra do Código de Processo Civil (CPC) que permite a homologação da partilha de bens e direitos da pessoa falecida, mesmo sem a quitação do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Já na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7331, em que Mendonça redigiu o acórdão, o STF declarou válidas as restrições previstas na Lei das Estatais impostas às indicações políticas para cargos na diretoria e conselhos de administração.
O presidente do STF destacou que essas decisões prestigiam a proteção do meio ambiente, a duração razoável do processo, a resolução conciliada de conflitos e a probidade administrativa.
Homenageado
Ao agradecer a homenagem, o ministro André Mendonça disse que ela é fruto também de uma relação de amizade, carinho e respeito mútuos. Ele acrescentou que seu compromisso, apesar das próprias limitações, é com o trabalho colegiado, pautado pela busca constante de conhecimento e aprendizado recíprocos.
Esta semana começou a Maior Greve Geral do Planeta da Terra Plana, na segunda feira, que aqui no mundo real virou uma piada. Então o golpe foi transferido para hoje, quando os militares provariam a fraude nas eleições por meio do relatório do Ministério da Defesa.
Então vieram os militares e capotaram a Terra Plana, sem prova alguma de fraude. Tudo estava preparado. Bastava parar o Brasil todo e mostrar a força bolsonarista; hoje, era só o Ministério da Defesa provar que o golpe seria dado…
Mas o problema do sonho é ele só existe porque existe a realidade que o limita e o faz sonho ou delírio – neste caso o termo mais correto.
Bolsonarismo do ódio a dó
A partir desta experiência de ter ido às manifestações golpistas bolsonaristas em Curitiba, vendo as contradições expressas nesta série de entrevistas, o sentimento de ‘ódio’ inicial foi substituído pelo sentimento de dó e tristeza pela constatação da fragilidade intelectual de nosso povo.
É difícil acreditarmos, mas sim, varias destas pessoas estão nas ruas pedindo ditadura militar sem dimensionar as mortes, a violência, que configuram tais ações como
Partindo de nossas entrevistas
Discurso decorado e lavagem cerebral pelo Zap
Impressionante o grau de lavagem cerebral a que são submetidas estas pessoas.
Percebam, nossa primeira entrevistada aprendeu que não poderia pedir a intervenção militar, e então aprendeu a narrativa de “Intervenção Federal” que ela não consegue explicar o que é, só repetindo o decorado que “não é uma intervenção militar”…
A realidade e a verdade são desprezadas pelos doutrinadores destas pessoas, e eles, de forma estranha, simplesmente ignoram o real.
Por exemplo: no dia 07/11/2022 fizemos a chamada optando pelo ufanismo alienado indicando que seria a Maior Greve Geral do Planeta, e ninguém se opôs, mesmo o comércio local totalmente aberto na frente do Quartel.
Caíram mais duas alucinações bolsonarianas que reverteriam a eleição
Outra coisa perceptível, a manipulação de extrema direita vai mantendo constantemente a expectativa de anulação da eleição estabelecendo datas, fatos e cerimônias para manter a mobilização dos golpistas.
Esses factoides mantém os abduzidos em transe, acreditando que algum General Benjamin Harrol@ aparecerá ou alguma cantora do Aba vire Super Juíza internacional que virá julgar o STF ou TSE.
O relatório do Ministério da Defesa (das forças armadas) broxou os broxáveis bolsonaristas
No caso agora jogam tudo na data de hoje, com a divulgação do relatório do ministério da defesa quanto as urnas e eleições.
Banho de água fria que pode trazer à realidade parte dos golpistas resistentes
Embora, de forma bastante clara o Ministério não tenha encontrado qualquer fraude, houve um truque covarde. Deixaram duas frases para serem exploradas pelos golpistas, a fim de manter a mobilização bolsonarista. Apesar de não terem a coragem para inventar um factoide e depois assumirem as consequências legais, deixaram ali um alimento para o rebanho.
A imprensa verdadeira repercutiu como deve ser, ignorando a semeadura da dúvida base dos negacionistas. A indução ingênua “se eu não posso provar que não é impossível de fraudar, logo é fraudada” – não ganhou relevo na imprensa oficial.
Porém , sabemos que no rebanho cegarão para o restante do documento se apegando somente a dúvida falaciosa e ingênua plantada com bastante timidez pelos medrosos golpistas da pasta.
Assim, o que foi noticiado é o fato de que o ministério da defesa não conseguiu apontar qualquer fraude no sistema eleitoral brasileiro e na urna de votação.
Sendo que certificaram que não houve qualquer dissonância entre os boletins de urnas e a totalização desses dados no TSE.
Tal qual as análises de votos filmados e o resultado do boletim de urna onde também não houve qualquer inconsistência apontada.
Veja a nota do Presidente do TSE – Tribunal Superior Eleitoral – Ministro Alexandre de Moares com os comentários dos geniais Kennedy Alencar e José Roberto de Toledo – jornalistas do UOL.
O que se iniciou com a ideia de que a eleição seria anulada se os golpistas mantivessem paralisações e manifestações em um prazo de 72h, estava hoje sustentado nessa crença de que o Ministério da Defesa – Exército – traria um relatório bomba mostrando provas claríssimas de fraudes nas urnas e no sistema.
Vemos isso na entrevista inicial quando a entrevistada expressa claramente todo esse processo descrito anteriormente Pergunta: “Mas então é só o relatório das urnas que nós queremos?” Entrevistada: “Por enquanto sim. Nós queremos ver se realmente ouve democracia no país.”
Percebam que o “por enquanto” parece entregar a consciência dela mesma de que “por enquanto” essa seria a desculpa para manter viva a esperança bolsonarista, já prenunciando que se essa solicitação não se sustentasse encontrariam outra desculpa para propagar a ruptura democrática.
A publicação do Relatório gerou desespero nos golpistas que se sustentavam numa alegação de fraude eleitoral que seria comprovada hoje pelas Forças Armadas
A partir da publicação no twitter bolsonaristas passaram a atacar o Ministério da Defesa enquanto progressistas se divertiram com o desespero dos golpista.
A Segunda alucinação bolsonariana que caiu Hoje foi a da vitória esmagadora de Donald Trump nas eleições legislativas estadunidense
Como o processo de apuração estadunidense é infinitamente inferior ao brasileiro, mesmo a eleição tendo acontecido ontem, 08/11/2022, não podemos ainda cravar o número de cadeiras que cada partido terá na câmara e no senado federal dos yankes.
O que podemos afirma é que a prevista “onda vermelha” com a retomada acachapante do poder das duas casas legislativas pelos trumpistas republicanos, não passava de previsão.
Os resultados já possibilitam afirmar que os republicanos devem até tomar o poder na câmara federal estadunidense, o que é uma tradição eleitoral daquele país, onde invariavelmente os presidentes perdem a maioria nessas eleições de meio de mandato. Todavia não será por uma margem gigantesca de 60 deputados, como previam as pesquisas.
As informações que temos até agora estimam que os republicanos tenham uma maioria entre 5 e 30 deputados a mais que os democratas. E no senado, os resultados até agora estão favorecendo a permanência da hegemonia dos governistas.
Mas e o que isso tem a ver com Bolsonaro e o Golpe aqui?
Pois é, corre entre os bolsonaristas uma teoria de que Trump teria uma vitória acachapante nas duas casas nos USA, seria eleito presidente da câmara dos deputados lá, o que é permitido, e então procederiam a derrubada de Biden e por consequência de Lula.
Sim. Podemos acusá-los de tudo, menos de falta de criativadade.
Quando tivermos os números consolidados, faremos uma análise aqui, detalhada.
faremos atualizações de frente para trás, deixando por primeiro sempre os vídeos do último dia de gravação
ATENÇÃO: este é um exercício de espelho, no qual tomamos os princípios bolsonaristas como verdade e incorporamos o personagem para confronta-los com suas contradições.
Portanto, o que é expressado pelo jornalista diz respeito a personagem bolsonarista que o mesmo interpreta no jogo.
O trabalho mistura artes cênicas e jornalismo, usando a formação dupla nessas áreas por parte do Ator e Jornalista Marcio Pheper, acompanhado pelo cinegrafista Giuliano Morandi.
Trata-se de uma série de vídeos agrupados numa reportagem do Correio Nacional
Curitiba, 07/11/2022
Dia D Hora H Minuto M e Segundo S – a maior Greve Geral planetária fez a terra plana parar, em apoio a Bolsonaro
Veja os vídeos com o registro de 2 bilhões de manifestantes em Curitiba
Edições 05/11/2022
Curitiba, 03/11/2022
Curitiba, 02/11/2022
Veja a sequência de vídeos que beiram a tragédia e que seriam a comédia se o Bolsonarismo chegasse no máximo a 15% da população.
CONSTANTINO já foi humilhado e desmascarado por diversas pessoas, mas as mais notórias lapadas que levou foi de Anitta e Ciro Gomes. A Pop Star Anitta levou Constantino às lágrimas porque teria feito a filha do extremista de direita ter entrado em conflito com o mesmo.
Tudo se deu quando o Constantino justificava como “natural” o estupro de meninas que bebessem em festas com uma maioria de homens.
“Se minha filha chegar em casa, isola [bateu na madeira]… Mas se a minha filha chegar em casa —e eu dou boa educação para que isso não aconteça, mas a gente nunca controla tudo—, se ela chegar em casa um dia dizendo: ‘Pai, fui para uma festinha, ah, fui estuprada’. [Eu perguntaria]: ‘Me dá as circunstâncias’. ‘Ah, fui para uma festinha, eu e três amigas, tinha 18 homens, nós bebemos muito e eu estava ficando com dois caras, e eu acabei dormindo lá e eu fui abusada'”.
Emendou:
“Ela vai ficar de castigo feio e eu não vou denunciar um cara desses para a polícia”, disse. “É um comportamento absolutamente condenável. Só que a gente não pode mais falar essas coisas hoje em dia. Que existe mulher decente também ou piranha. Porque eu acabei de falar que o homem que faz uma coisa dessas não é decente, mas não existe também a ideia de mulher decente? As feministas querem que não. Por quê? Porque feminista é tudo recalcada, ressentida e normalmente mocreia, vadia, odeia homem, odeia união estável, casamento… odeia tudo isso”.
Anitta rebateu no twitter:
O histórico de humilhações públicas a Constantino foi iniciado por Ciro Gomes que o pisoteou. O caso gerou memes e a expressão “dá bilhão?”.
Ciro Gomes desmascarando e humilhando Rodrigo Constantino
Constantino ao se referir ao eleitorado do Lula “toda a favela hoje está em festa”.
Resposta em nome dos eleitores de Lula:
Eu não me ofendo de ser chamado de favelado, pois para mim condição social não é ofensa. Todavia, ver mulher, pobre, periférico – favelado – se colocando como bolsonarista, me dá ânsia de vômito e me ofende muito. É como se eu visse o alvo pensando que é a mira e votando para que continuem a atirar. Me entristece a falta de espelho desses negros que pensam que viram brancos com um carro bom, de mulheres que se alinham a quem as chamam de “fraquejada” e “ajudante de marido”, e de moradores da periferia que acham que vão escapar só porque são mais clarinhos. A mim, ao ofenderem favelado, me ofendem, pois por trás desse racismo a base é a eugenia, e nem eu nem minha família temos aparência de milionários e nem pele de caucasianos. Mas me chamar de favelado não me ofende, embora revele o racismo do interlocutor.
Vivemos nos bairros de classe média e pobres e sabemos que é lá que fascistas como os da equipe de Tarcísio tem liberdade para matar pretos, pardos e periféricos como nós. Mas o erro não está na favela ou no nosso povo da favela, o erro está em quem entra e mata até para forjar atentado para eleger governador.
Assim quem quiser me ofender da forma mais violenta e depreciativa, basta me chamar de “bolsonarista”. – isso é a maior ofensa ao meu ser, uma vez que isso implicaria, na melhor das interpretações, como me julgar despossuído de capacidade racional para entender elementos básicos da ética.
O comentarista Rodrigo Constantino da Jovem Pam – autointitulado jornalista – foi humilhado hoje, depois de ser racista. – hoje 31 de outubro de 2022, o dia posterior a derrota de seu Mito na eleição presidencial.
Após ser racista ao dizer que “Toda a Favela está em festa” depreciando os eleitores de Lula por questões socioeconômicas e raciais, o limítrofe foi confrontado pelo Jornalista Fábio Piperno sobre “qual o problema da favela toda estar em festa?”.
Só piorou. Constantino voltou a relacionar favela com traficantes de drogas – racismo arquitetado com base na generalização apressada – erro lógico mental que se supera com uma formação adequada no ensino médio.
Constantino, ainda em clima de fake news eleitoral tentou lançar o terrorismo econômico enquanto a Bolsa de Valores subia e o Dólar caia frente ao Real – sendo a moeda brasileira a que mais se valorizou frente a moeda estadunidense fruto da repercussão da vitória de Lula no domingo.
O militante de extrema-direita, desprezando totalmente a realidade, disse que diante de um governo petista – sob um hipotético ministério da Fazenda ocupado por Haddad – ocorreria uma queda nas bolsas e aumento do dólar – justamente o contrário do que estava acontecendo na Bovespa durante todo o pregão de hoje.
Logo depois Fábio Piperno jogou a isca e Constantino, dominado pelo rancor de derrotado, foi fisgado. Após ele tentar defender o terrorismo capital, Fábio Piperno ironizou que Lula havia pego o Dólar a R$3,90 e largado no final de seu mandato de 2010 a R$1,69; foi então que do alto de sua arrogância Constantino questionou a informação como se Piperno tivesse errado e muito.
E teve de ouvir de Piperno:
“…só quero lembrar o Constantino de uma coisa: ele tá apostando agora na explosão do dólar e tal, veja… olha… pensando assim… eu não tenho como dizer… não sei dizer se o Constantino fez essa mesma previsão 20 anos atrás quando o Dólar chegou a R$ 3,99 logo depois da eleição do Lula. Mas quem comprou essa aposta faliu porque o Lula foi embora 8 anos depois com o dólar a R$1,69.”
Nisso Constantino fez cara de espantado – denotando sua total falta de conhecimento na área em que se arroga autoridade.
Soltando ainda um “ham…” (diálogo transcorrido de 31:00-35:00
Piperno: O que foi Constantino? O dólar não caiu?
Constantino: (rindo ironicamente) R$ 1,69 quando o Lula saiu?
(falam em cima um do outro)
Piperno: Desculpa eu não ouvi tua pergunta.
Constantino: (pensando ter desmascarado a incompetência de seu colega) O dólar estava R$1,69 quando o Lula saiu?
Piperno: Exatamente! Dezembro de 2010. Pode checar aí e me corrija, por favor, se eu tive um lapso… veja… chegou a tá R$3,99 logo depois dele ter ganho, enfim, a eleição e saiu com R$1,69. – você vai conferir esse dado aí.
“Aliás, você deveria ter isso de cabeça.” – um cruzado no queixo de Constantino
Constantino sendo humilhado e sendo racista
No entremeio, enquanto era desmascarado, Constantino ainda voltou a atacar o TSE mentindo que o tribunal e a imprensa teriam lutado contra o Presidente Fascista. Foi então que emendou a pérola (41:18)
“…sejamos mais magnânimos na vitória, já que o seu lado venceu e tava toda a Favela e os presídios em festa ontem…” – usando retórica nazifascista.
Piperno rebateu “…você tem alguma coisa contra a Favela?”
Constantino, com sua sanha fascista aflorada, mexendo-se na cadeira como que com um desconforto ‘hemorróidico’, fechou a caçapa voltando ao racismo presidencial que teimou em mentir que os negros que receberam Lula no Complexo do Alemão eram traficantes, quando é de conhecimento público a organização de jovens lideranças políticas e culturais da comunidade. Porém, o fato de serem negros facilita um discurso nazifascista com pretensões populistas.
Passados alguns minutos (50:45) Piperno interveio na discussão, com um sarcasmo prazeroso:
“…desculpa eu só te mandei [ao apresentador] as cotações do dólar lá em 30/12/2002, e eu cometi uma injustiça com o ex-presidente Lula, eu disse que o dólar estava R$ 1,69 mas na verdade fechou a R$ 1,66, foi um pouquinho menos.”
Numa só intervenção mostrou a diferença entre jornalismo e militância política, entre ciência e negacionismo, entre ética e falta de caráter. Numa só e elegante tacada Fábio Piperno desmascarou Constantino expondo a falta de domínio de conteúdo até na própria área de atuação.
O fato de um “economista” que segundo o mesmo atua no mercado não saber o abecedário de economia, a luz da meritocracia pregada pelo ultradireitista, deveria render-lhe a demissão por justa causa, pois foi o mesmo que flagrar que um professor de português não conhece as vogais.
Reza a lenda que ele teria trabalhado no BTG – talvez tenha sido num cargo onde não necessite de domínio intelectual, talvez a área da limpeza – sempre usando a arrogância dele como régua moral para ele mesmo.
Bípedes da espécie de Constantino costumam conseguir tais posições em empresas por terem a melhor qualidade que alguns bilionários brasileiros necessitam: a habilidade na língua para lamber botas.
Piperno, um verdadeiro Jornalista gera por contraste a imagem correta de Constantino – o não jornalista
Piperno mostrou o que é fazer jornalismo enquanto Constantino provou que o populismo sustenta mentirosos falaciosos como ele. De fato, Constantino é um impostor como jornalista, como economista, como intelectual, como cidadãos de bem, porém a única coisa verdadeira que ele expressa é o modelito fascista que engloba as mais variadas facetas da mentira: da fraude intelectual e religiosa à corrupção moral.
A sanha fascista de Constantino quando extravasada na fala nazifascista que relaciona favela a negro, e negro a tráfico de drogas, faz brilhar seus olhos transparecendo que se umedeceu analmente. É uma espécie de orgasmo do fascista na realização daquilo que é sua essência reprimida pela civilização.
Pois eles melam ao agredirem em bandos um petista, uma aleijada, uma minoria ocasional, um nove dedos, um “gordo de 7 arrobas”, afinal, o que tem de mais chamar um negro de macaco, né? Para eliminarmos essas barreiras de repressão da covardia e do mau-caratismo basta acabarmos com tudo o que é civilizado e construído de forma racional. Então com isso eliminar todas as ciências, relativizando tudo, e sobretudo a ética.
Constantino acha que é normal e natural olhar para pessoas negras e carimbar “TRAFICANTE” na testa ou mesmo no cadáver, pois daí tudo se justifica. Será que ele concordaria então que todo homem branco de olho azul acima de 60 anos, quando estiver do lado de meninas de 12, 13, 14 anos é um pedófilo que acha que “pintou o clima” com as crianças?
Graças a Deus – expresso na lógica – nenhum desses raciocínios são corretos. São generalizações. Nem todo negro é traficante só porque o estereotipo de traficante é “Fernandinho Beira-Mar”; tal qual nem todo senhor de 67 anos ao lado de meninas é um bolsonaro.
Voltando ao programa 3 em 1 Fábio Piperno ironizou seu próprio “erro” que não dava a dimensão exata do patamar em que Lula entregou o Real valorizado frente ao Dólar. E ao se corrigir em público dando lição de humildade, esfregou na cara que o preço do dólar entregue por Lula em 2010 foi ainda menor do que havia o jornalista apontado. – não R$1,69 mas quase 2% a menos R$1,66.
Constantino derreteu em público, uma vez que ficou transparente a sua incapacidade de dominar o assunto na área em que se arroga e se autointitula autoridade. Escancarado que nem na econômica ele tem informação confiável, sobraria o quê? Sobraria ser o que ele é – um mero torcedor ou como diriam – “uma macaca de auditório” fascista.
Heren Low redaç@o
Histórico de humilhações públicas a Constantino
CONSTANTINO já foi humilhado pela Anitta quando o mesmo defendia o estupro de meninas que bebessem em festas com uma maioria de homens.
“Se minha filha chegar em casa, isola [bateu na madeira]… Mas se a minha filha chegar em casa —e eu dou boa educação para que isso não aconteça, mas a gente nunca controla tudo—, se ela chegar em casa um dia dizendo: ‘Pai, fui para uma festinha, ah, fui estuprada’. [Eu perguntaria]: ‘Me dá as circunstâncias’. ‘Ah, fui para uma festinha, eu e três amigas, tinha 18 homens, nós bebemos muito e eu estava ficando com dois caras, e eu acabei dormindo lá e eu fui abusada'”.
Emendou: “Ela vai ficar de castigo feio e eu não vou denunciar um cara desses para a polícia”, disse. “É um comportamento absolutamente condenável. Só que a gente não pode mais falar essas coisas hoje em dia. Que existe mulher decente também ou piranha. Porque eu acabei de falar que o homem que faz uma coisa dessas não é decente, mas não existe também a ideia de mulher decente? As feministas querem que não. Por quê? Porque feminista é tudo recalcada, ressentida e normalmente mocreia, vadia, odeia homem, odeia união estável, casamento… odeia tudo isso”.
Análise das declarações polêmicas de Bolsonaro e Damares Alves – ex-ministra da família e atual Senadora eleita por Brasília
Bolsonaro pedofilia confesso 1 – Damares Alves confessa? Como o mentor dela Bolsonaro ambos morrem pela língua Ela não mentiu no púlpito da igreja, essa mulher é pervertida e deve estar escondendo as imagens para não se incriminar? Ele?
Que tipo de homem de 64 anos fica rodando a periferia de moto, vê ou 5 meninas de 14 anos, chega junto e diz que pintou o clima e pede para entrar na casa das meninas? Lá encontra mais 20 meninas – as quais diz que eram meninas pobres, arrumadinhas e sugere que sejam garotas de programa? Que tipo de homem além dos pedófilos fazem isso?
Ele se diz cristão e casado. Você deixaria esse velho porco com sua filha? Falta o quê, ele matar alguém em frente as câmeras? A Igreja Católica resistindo a corrupção satânica de Bolsonaro. Dom Orlando Brandes em nome do Papa Francisco deixa claro que Bolsonaro não é Católico, pois a Igreja não se alinha ao negacionismo, e muito menos as relações de Bolsonaro com o protestantismo maçônico.
Sinais de Baphomet sendo profanados em Igrejas Cristãs, invasão pagã com cabos eleitorais alcoolizados vaiando Dom Orlando por falar em fome, adorando o presidente ao invés de não blasfemar a casa de Deus. Um homem sem história no cristianismo que usa demoniacamente a religião colocando em risco a democracia ao transformar a mentira em método de ação. – frisando que mentira é coisa de satanás segundo a fé cristã, judaica e islâmica expressas nos livros sagrados.
Na bíblia o aviso é claro: JOÃO 8:44 “Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira.