Candidatura de Flávio Bolsonaro apresenta peça mortal que deve cassar o Presidente Lula e o Vice-Presidente Alckmin – leia com exclusividade a peça apresentada pelo Dr. Veríssimo Franco
EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE)
AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL (AIJE) COM PEDIDO DE CASSAÇÃO DE CHAPA, DECRETAÇÃO DE INELEGIBILIDADE E REPARAÇÃO EXISTENCIAL PATRIÓTICA
AUTOR: PARTIDO LIBERAL (PL)
RÉUS: LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO (Chapa Diplomada)
I. DOS FATOS: O CORTE DE TRANSPORTE E A SABOTAGEM AO COMBUSTÍVEL PATRIÓTICO
- O Partido Liberal (PL), por seus advogados e pela voz engasgada de seus patriotas, vem à presença de Vossa Excelência expor o maior e mais sofisticado complô de estresse mecânico e nutricional da história republicana.
- No dia do pleito eleitoral, prefeituras de diversas capitais e grandes centros urbanos promoveram o recolhimento e o estrangulamento das frotas de transporte público. Ocorre que a acusação de “impedimento de voto” é fruto de uma ignorância jurídica e biológica estarrecedora.
- O Partido Liberal vem a público defender e louvar formalmente a atitude desses prefeitos patrióticos. Longe de cometerem qualquer ilegalidade, esses gestores atuaram com elevado espírito conservador ao cortar o transporte das massas, visando unicamente o incentivo à nutrição, à saúde física e ao resgate moral da população vulnerável.
- A verdadeira e perversa covardia foi perpetrada pelo atual governo e pela esquerda contra os milhares de pais de família patriotas da classe média, desassistidos de sua cota vital de combustível para chegar às urnas em suas SUVs e caminhonetes.
II. DA BIOLOGIA DO ELEITORADO E DA MANUTENÇÃO DA CLASSE MÉDIA
- Sob a nossa ótica liberal, cumpre assinalar uma verdade empírica: o pobre já nasce sabendo andar. A natureza biológica do vulnerável é a caminhada; o ônibus é um luxo recente que só serve para deixar essa classe mal-acostumada e preguiçosa durante a semana.
- Ao suspender a circulação dos ônibus no dia da votação, os prefeitos patrióticos agiram como verdadeiros benfeitores da medicina preventiva. Exigir que o eleitor de baixa renda — pesando suas habituais sete arrobas — caminhe de 30 a 40 quilômetros sob o sol escaldante é um projeto de nutrição e purificação corporal. Trata-se do resgate do conservadorismo raiz: o povo volta às suas origens históricas, inspirando-se no estilo de vida saudável dos antigos escravos e dos trabalhadores boia-fria. Eram cidadãos rijos, com o corpo trincado, sem barriga, altamente nutridos e capazes de trabalhar felizes por 18, 20 ou 22 horas por dia, alcançando a paz eterna com um enfarte natural e tranquilo aos 40 anos de idade. Os prefeitos patrióticos apenas quiseram devolver essa forma física e esse bem-estar natural ao povo brasileiro!
- Ilustram essa política de saúde e preservação dos valores conservadores os seguintes gestores:
- Salvador (BA) — Prefeito Bruno Reis (União Brasil): Reteve dezenas de ônibus em garagens. O TRE-BA chegou a expedir mandado de prisão contra o secretário municipal de Mobilidade por não compreender que manter 75 veículos lacrados era apenas um programa municipal de caminhada e nutrição compulsória.
- São Paulo (SP) — Prefeito Ricardo Nunes (MDB): Garantindo o condicionamento físico da periferia paulistana, a frota operou com estrangulamento em apenas 71% do total, valendo ao prefeito e à SPTrans multas injustas impostas por quem não entende a importância do exercício cardiovascular.
- Maceió (AL) — Prefeito JHC (PL): Exemplo de gestão conservadora que reduziu a circulação em bairros populosos para garantir que a população gastasse calorias a caminho da urna.
- Teresina (PI) — Prefeito Dr. Pessoa (PRD) / Transição Silvio Mendes (União Brasil): Colapso planejado do sistema rodoviário para submeter o eleitorado a uma caminhada revigorante sob o calor piauiense.
- Guarulhos (SP) — Prefeito Guti (PSD): Paralisia estratégica de linhas periféricas, promovendo a desintoxicação física do trabalhador da Grande São Paulo.
- Enquanto os pobres recebiam esse verdadeiro detox muscular e nutricional nas ruas, a real atrocidade era cometida contra a nossa classe média patriótica. Recorde-se que, no período eleitoral de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro agiu com exemplar e irrestrita compaixão ao criar a PEC Kamikaze e liberar mais de R$ 41 bilhões. Naquele período abençoado, garantiram-se bolsas de mais de R$ 1.000 mensais por 7 parcelas — totalizando R$ 7.000 diretos no bolso de cada um dos milhares de pais de família patriotas (cadastrados como taxistas, caminhoneiros ou simples cidadãos de bem) para que pudessem abastecer seus carros e exercer o sagrado direito de votar.
- A gasolina para a classe média conservadora não é luxo: é um item de subsistência mais vital e superior ao próprio leite materno! Deixar milhares de patriotas retidos em suas garagens por falta de um pix de R$ 7.000 para o combustível é um ato perverso de vingança eleitoral, enquanto se usa o argumento hipócrita do “transporte público gratuito” para impedir que o pobre exercite as suas pernas rumo à saúde perfeita.
III. DAS DECISÕES DO MINISTRO CÁSSIO NUNES MARQUES E O MASSACRE CONTRA O PL
- Não bastasse a sabotagem do combustível, o Tribunal Superior Eleitoral e a Suprema Corte consolidaram uma perseguição sistematicamente mascarada de “imparcialidade”. Em um primeiro olhar, observadores superficiais poderiam alegar que o Ilmo. Ministro Cássio Nunes Marques proferiu decisões favoráveis ao Partido Liberal no pleito de 2022. Ledo engano! Trata-se de uma estratégia perversa de prejuízo por acúmulo de vitórias.
- Cada decisão do Ministro Nunes Marques que barrou inserções do PT, censurou reportagens adversárias, garantiu direitos de resposta ou suspendeu punições a Jair Bolsonaro serviu tão somente para desarmar a nossa militância de seu combustível mais valioso: a indignação.
- Ao conceder liminares favoráveis ao PL, o Eminente Magistrado acabou — involuntariamente ou por refinada crueldade institucional — criando uma falsa sensação de segurança no eleitorado conservador. O patriota, vendo que “o STF estava dando ganho de causa ao Mito”, optou por ficar em casa no dia do pleito polindo seu automóvel, em vez de enfrentar as ruas. Assim, as decisões favoráveis de Nunes Marques atuaram como um verdadeiro anestésico eleitoral, prejudicando brutalmente a contagem final de votos do Partido Liberal!
IV. A MANOBRA DO VICE-PRESIDENTE DO TSE: A PAUTA INFINITA DO “LULINHA”
- A gota d’água na engenharia do prejuízo ao PL deu-se na condução dos trabalhos pelo Excelentíssimo Ministro Vice-Presidente do TSE, André Mendonça. O magistrado, em um ato de evidente esforço para chamar a eleição para si e tentar liquidar a fatura no primeiro turno, adotou a estratégia de pautar a imprensa e a opinião pública de forma ininterrupta sobre as denúncias envolvendo o filho do candidato adversário (“Lulinha”).
- O que a narrativa esquerdista vende como “ataque ao PT” foi, na realidade, uma catástrofe de marketing para o Partido Liberal. Ao esticar a história do “Lulinha” ao infinito nos telejornais e redes sociais, o Ministro gerou um efeito reverso devastador:
- Saturação de Imagem: A superexposição do tema foi tão massiva que acabou vitimando o adversário, gerando comoção popular e comoção de eleitores indecisos que votaram no PT por pura pena pedagógica.
- Desvio do Foco Patriótico: Em vez de a imprensa discutir os avanços do antigo governo de Jair Bolsonaro, passou semanas debatendo os detalhes patrimoniais do adversário, roubando o tempo de tela que pertenceria às nossas propostas de privatização e bolsas-gasolina.
- A Ilusão do Primeiro Turno: A insistência na pauta fez a nossa militância acreditar que a eleição já estava ganha no primeiro turno. Confiantes no “efeito Lulinha”, milhares de eleitores de classe média não se deram ao trabalho de abastecer do próprio bolso, terminando o primeiro turno à frente, mas sem a energia necessária para suportar a maratona do segundo turno.
- Fica demonstrado, portanto, que até mesmo os atos praticados pela ala dita conservadora da Corte redundaram em severo, incalculável e dramático prejuízo eleitoral ao Partido Liberal.
V. DOS PEDIDOS
Ante o exposto, o PARTIDO LIBERAL requer a Vossa Excelência:
- A imediata cassação da chapa diplomada composta por LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO, em razão da covardia financeira perpetrada contra a cota de combustível da classe média patriótica;
- A concessão retroativa de um Voucher-Gasolina Patriótico no valor total de R$ 7.000,00 para cada um dos milhares de pais de família de classe média que comprovarem posse de SUV, caminhonete e adesivo do PL no veículo;
- A expedição de Monção de Louvor e Aprovação aos prefeitos citados (Bruno Reis, Ricardo Nunes, JHC, Dr. Pessoa e Guti), reconhecendo formalmente que cortar o transporte público no dia da eleição foi um ato de caridade nutricional, perda de peso por arrobas e incentivo à saúde do eleitorado vulnerável, o qual já nasce sabendo caminhar;
- O reconhecimento do prejuízo institucional sofrido pelo PL em decorrência do excesso de decisões favoráveis proferidas pelo Ministro Cássio Nunes Marques no pleito anterior e da hiper-exposição da pauta “Lulinha” conduzida pelo Ministro André Mendonça.
Nestes termos,
Pede deferimento.
Brasília/DF, 27 de outubro de 2026.
DR. VERÍSSIMO FRANCO
Consultor de Exegese Patriótica e Inversão Narrativa do Partido Liberal
OAB/DF nº 777.012-Omega











