Arquivo da tag: #lula

EXCLUSIVO PEDIDO DE CASSAÇÃO DE LULA/ALCKMIN

Candidatura de Flávio Bolsonaro apresenta peça mortal que deve cassar o Presidente Lula e o Vice-Presidente Alckmin – leia com exclusividade a peça apresentada pelo Dr. Veríssimo Franco

EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE)

AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL (AIJE) COM PEDIDO DE CASSAÇÃO DE CHAPA, DECRETAÇÃO DE INELEGIBILIDADE E REPARAÇÃO EXISTENCIAL PATRIÓTICA

AUTOR: PARTIDO LIBERAL (PL)

RÉUS: LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO (Chapa Diplomada)

I. DOS FATOS: O CORTE DE TRANSPORTE E A SABOTAGEM AO COMBUSTÍVEL PATRIÓTICO

  1. O Partido Liberal (PL), por seus advogados e pela voz engasgada de seus patriotas, vem à presença de Vossa Excelência expor o maior e mais sofisticado complô de estresse mecânico e nutricional da história republicana.
  2. No dia do pleito eleitoral, prefeituras de diversas capitais e grandes centros urbanos promoveram o recolhimento e o estrangulamento das frotas de transporte público. Ocorre que a acusação de “impedimento de voto” é fruto de uma ignorância jurídica e biológica estarrecedora.
  3. O Partido Liberal vem a público defender e louvar formalmente a atitude desses prefeitos patrióticos. Longe de cometerem qualquer ilegalidade, esses gestores atuaram com elevado espírito conservador ao cortar o transporte das massas, visando unicamente o incentivo à nutrição, à saúde física e ao resgate moral da população vulnerável.
  4. A verdadeira e perversa covardia foi perpetrada pelo atual governo e pela esquerda contra os milhares de pais de família patriotas da classe média, desassistidos de sua cota vital de combustível para chegar às urnas em suas SUVs e caminhonetes.

II. DA BIOLOGIA DO ELEITORADO E DA MANUTENÇÃO DA CLASSE MÉDIA

  1. Sob a nossa ótica liberal, cumpre assinalar uma verdade empírica: o pobre já nasce sabendo andar. A natureza biológica do vulnerável é a caminhada; o ônibus é um luxo recente que só serve para deixar essa classe mal-acostumada e preguiçosa durante a semana.
  2. Ao suspender a circulação dos ônibus no dia da votação, os prefeitos patrióticos agiram como verdadeiros benfeitores da medicina preventiva. Exigir que o eleitor de baixa renda — pesando suas habituais sete arrobas — caminhe de 30 a 40 quilômetros sob o sol escaldante é um projeto de nutrição e purificação corporal. Trata-se do resgate do conservadorismo raiz: o povo volta às suas origens históricas, inspirando-se no estilo de vida saudável dos antigos escravos e dos trabalhadores boia-fria. Eram cidadãos rijos, com o corpo trincado, sem barriga, altamente nutridos e capazes de trabalhar felizes por 18, 20 ou 22 horas por dia, alcançando a paz eterna com um enfarte natural e tranquilo aos 40 anos de idade. Os prefeitos patrióticos apenas quiseram devolver essa forma física e esse bem-estar natural ao povo brasileiro!
  3. Ilustram essa política de saúde e preservação dos valores conservadores os seguintes gestores:
    • Salvador (BA) — Prefeito Bruno Reis (União Brasil): Reteve dezenas de ônibus em garagens. O TRE-BA chegou a expedir mandado de prisão contra o secretário municipal de Mobilidade por não compreender que manter 75 veículos lacrados era apenas um programa municipal de caminhada e nutrição compulsória.
    • São Paulo (SP) — Prefeito Ricardo Nunes (MDB): Garantindo o condicionamento físico da periferia paulistana, a frota operou com estrangulamento em apenas 71% do total, valendo ao prefeito e à SPTrans multas injustas impostas por quem não entende a importância do exercício cardiovascular.
    • Maceió (AL) — Prefeito JHC (PL): Exemplo de gestão conservadora que reduziu a circulação em bairros populosos para garantir que a população gastasse calorias a caminho da urna.
    • Teresina (PI) — Prefeito Dr. Pessoa (PRD) / Transição Silvio Mendes (União Brasil): Colapso planejado do sistema rodoviário para submeter o eleitorado a uma caminhada revigorante sob o calor piauiense.
    • Guarulhos (SP) — Prefeito Guti (PSD): Paralisia estratégica de linhas periféricas, promovendo a desintoxicação física do trabalhador da Grande São Paulo.
  4. Enquanto os pobres recebiam esse verdadeiro detox muscular e nutricional nas ruas, a real atrocidade era cometida contra a nossa classe média patriótica. Recorde-se que, no período eleitoral de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro agiu com exemplar e irrestrita compaixão ao criar a PEC Kamikaze e liberar mais de R$ 41 bilhões. Naquele período abençoado, garantiram-se bolsas de mais de R$ 1.000 mensais por 7 parcelas — totalizando R$ 7.000 diretos no bolso de cada um dos milhares de pais de família patriotas (cadastrados como taxistas, caminhoneiros ou simples cidadãos de bem) para que pudessem abastecer seus carros e exercer o sagrado direito de votar.
  5. A gasolina para a classe média conservadora não é luxo: é um item de subsistência mais vital e superior ao próprio leite materno! Deixar milhares de patriotas retidos em suas garagens por falta de um pix de R$ 7.000 para o combustível é um ato perverso de vingança eleitoral, enquanto se usa o argumento hipócrita do “transporte público gratuito” para impedir que o pobre exercite as suas pernas rumo à saúde perfeita.

III. DAS DECISÕES DO MINISTRO CÁSSIO NUNES MARQUES E O MASSACRE CONTRA O PL

  1. Não bastasse a sabotagem do combustível, o Tribunal Superior Eleitoral e a Suprema Corte consolidaram uma perseguição sistematicamente mascarada de “imparcialidade”. Em um primeiro olhar, observadores superficiais poderiam alegar que o Ilmo. Ministro Cássio Nunes Marques proferiu decisões favoráveis ao Partido Liberal no pleito de 2022. Ledo engano! Trata-se de uma estratégia perversa de prejuízo por acúmulo de vitórias.
  2. Cada decisão do Ministro Nunes Marques que barrou inserções do PT, censurou reportagens adversárias, garantiu direitos de resposta ou suspendeu punições a Jair Bolsonaro serviu tão somente para desarmar a nossa militância de seu combustível mais valioso: a indignação.
  3. Ao conceder liminares favoráveis ao PL, o Eminente Magistrado acabou — involuntariamente ou por refinada crueldade institucional — criando uma falsa sensação de segurança no eleitorado conservador. O patriota, vendo que “o STF estava dando ganho de causa ao Mito”, optou por ficar em casa no dia do pleito polindo seu automóvel, em vez de enfrentar as ruas. Assim, as decisões favoráveis de Nunes Marques atuaram como um verdadeiro anestésico eleitoral, prejudicando brutalmente a contagem final de votos do Partido Liberal!

IV. A MANOBRA DO VICE-PRESIDENTE DO TSE: A PAUTA INFINITA DO “LULINHA”

  1. A gota d’água na engenharia do prejuízo ao PL deu-se na condução dos trabalhos pelo Excelentíssimo Ministro Vice-Presidente do TSE, André Mendonça. O magistrado, em um ato de evidente esforço para chamar a eleição para si e tentar liquidar a fatura no primeiro turno, adotou a estratégia de pautar a imprensa e a opinião pública de forma ininterrupta sobre as denúncias envolvendo o filho do candidato adversário (“Lulinha”).
  2. O que a narrativa esquerdista vende como “ataque ao PT” foi, na realidade, uma catástrofe de marketing para o Partido Liberal. Ao esticar a história do “Lulinha” ao infinito nos telejornais e redes sociais, o Ministro gerou um efeito reverso devastador:
    • Saturação de Imagem: A superexposição do tema foi tão massiva que acabou vitimando o adversário, gerando comoção popular e comoção de eleitores indecisos que votaram no PT por pura pena pedagógica.
    • Desvio do Foco Patriótico: Em vez de a imprensa discutir os avanços do antigo governo de Jair Bolsonaro, passou semanas debatendo os detalhes patrimoniais do adversário, roubando o tempo de tela que pertenceria às nossas propostas de privatização e bolsas-gasolina.
    • A Ilusão do Primeiro Turno: A insistência na pauta fez a nossa militância acreditar que a eleição já estava ganha no primeiro turno. Confiantes no “efeito Lulinha”, milhares de eleitores de classe média não se deram ao trabalho de abastecer do próprio bolso, terminando o primeiro turno à frente, mas sem a energia necessária para suportar a maratona do segundo turno.
  3. Fica demonstrado, portanto, que até mesmo os atos praticados pela ala dita conservadora da Corte redundaram em severo, incalculável e dramático prejuízo eleitoral ao Partido Liberal.

V. DOS PEDIDOS

Ante o exposto, o PARTIDO LIBERAL requer a Vossa Excelência:

  1. A imediata cassação da chapa diplomada composta por LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO, em razão da covardia financeira perpetrada contra a cota de combustível da classe média patriótica;
  2. A concessão retroativa de um Voucher-Gasolina Patriótico no valor total de R$ 7.000,00 para cada um dos milhares de pais de família de classe média que comprovarem posse de SUV, caminhonete e adesivo do PL no veículo;
  3. A expedição de Monção de Louvor e Aprovação aos prefeitos citados (Bruno Reis, Ricardo Nunes, JHC, Dr. Pessoa e Guti), reconhecendo formalmente que cortar o transporte público no dia da eleição foi um ato de caridade nutricional, perda de peso por arrobas e incentivo à saúde do eleitorado vulnerável, o qual já nasce sabendo caminhar;
  4. O reconhecimento do prejuízo institucional sofrido pelo PL em decorrência do excesso de decisões favoráveis proferidas pelo Ministro Cássio Nunes Marques no pleito anterior e da hiper-exposição da pauta “Lulinha” conduzida pelo Ministro André Mendonça.

Nestes termos,

Pede deferimento.

Brasília/DF, 27 de outubro de 2026.

DR. VERÍSSIMO FRANCO

Consultor de Exegese Patriótica e Inversão Narrativa do Partido Liberal

OAB/DF nº 777.012-Omega

O Voto de R$ 8,5 Bilhões: A “Turma do KN”, o Contrato de R$ 427 Milhões e o voto ilegal de Nunes Marques a Favor do Banco Master

As revelações trazidas a público pela Polícia Federal transformaram o que parecia um escândalo grave de favorecimento em uma das maiores negociatas institucionais da história do Supremo Tribunal Federal. O julgamento dos precatórios de R$ 8,5 bilhões de interesse do Banco Master não envolveu apenas retórica jurídica: o pano de fundo era um contrato secreto de R$ 427 milhões (quase meio bilhão de reais em honorários de êxito) voltado à chamada “Turma do KN” — abreviação explícita nas mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro para se referir ao entorno do ministro Kassio Nunes Marques. Indicado ao STF por Jair Bolsonaro para cumprir missões de lealdade cega, o magistrado deu uma cambalhota regimental no momento exato em que o bolsonarismo e o esquema Master mais precisavam do seu voto.

1. A Matemática do Meio Bilhão: Honorários e a “Turma do KN”

Documentos apreendidos pela PF apontam que o Banco Master firmou um contrato de honorários de êxito no valor de R$ 427 milhões (equivalente a 5% líquidos do bolo de R$ 8,5 bilhões em precatórios das usinas de açúcar e álcool). O acerto previa a contratação do escritório associado a aliados próximos do ministro e dava direito a receber os valores diretamente da União, inclusive inscrevendo precatórios em nome próprio.

Nas trocas de mensagens no celular de Vorcaro, a facilidade de acesso ao gabinete é descrita sem pudores como a ação da “Turma do KN”. Pedidos de reservas de luxo no Hotel Fasano de São Paulo e camarotes na Fórmula 1 e no Carnaval do Rio eram despachados por assessores e atendidos prontamente pelo banqueiro com um simples “Pode botar na minha conta”.

2. O Mágico “Erro do Sistema” e o Voto de Desempate

A cronologia da virada no julgamento da Segunda Turma do STF é o retrato da afronta ao devido processo legal:

  1. Julgamento Empatado: A causa de R$ 8,5 bilhões pendia em 2 a 2. Nunes Marques figurava formalmente como impedido por ter atuar no caso quando era vice-presidente do TRF-1.
  2. A Retificação Conveniente: Misteriosamente, Nunes Marques alegou um “erro material de cadastramento de sua assessoria”, revogou seu próprio impedimento e declarou-se apto a votar.
  3. A Vitórias dos 3 a 2: Em 1º de outubro, o ministro proferiu o voto decisivo que garantiu a vitória do Banco Master contra os cofres públicos.
  4. “Dominado Aqui”: Quatro minutos após o encerramento da sessão, o diretor jurídico do Master comemorou o resultado enviando a Vorcaro o contato do filho de Nunes Marques (beneficiário de repasses mensais via empresas de consultoria) com a mensagem textual: “Ganhamos alcidia […] Dominado aqui”.

3. A Embricação com o Bolsonarismo: A Indicação que Venceu a Ética

Não é possível dissociar a conduta de Kassio Nunes Marques do projeto político que o colocou na Suprema Corte. Escolhido a dedo por Jair Bolsonaro sob a promessa de ser o “primeiro ministro 100% alinhado”, Nunes Marques retribui a indicação operando como garantidor das engrenagens financeiras do bolsonarismo.

As apurações da PF revelam que as conexões entre Vorcaro, Flávio Bolsonaro e o próprio ex-presidente envolvem jantares secretos e o fluxo de recursos que irrigou estruturas jurídicas e políticas ligadas ao clã. Do balcão da “rachadinha” chegamos à era do “contrato de R$ 427 milhões”, onde a toga do STF é usada para carimbar o saque de bilhões do Tesouro Nacional para abastecer a máquina de poder da extrema-direita.

PERGUNTAS GARRAFAIS À IMPRENSA E AO CONGRESSO:

POR QUE A TV GLOBO SEGUE EM SILÊNCIO EDITORIAL DIANTE DO CONTRATO DE R$ 427 MILHÕES DA “TURMA DO KN”?

É POSSÍVEL A CASSAÇÃO DA CONCESSÃO PÚBLICA DA GLOBO POR ESSE ACOBERTAMENTO?

A resposta jurídica é um categórico SIM.

A sonegação deliberada de informações de alto interesse público — omitindo o contrato de R$ 427 milhões, os mimos no Fasano e a manobra de R$ 8,5 bilhões do ministro indicado por Bolsonaro — representa violação frontal ao Artigo 221 da Constituição Federal e ao Artigo 53, alínea ‘g’, do Código Brasileiro de Telecomunicações. A outorga de televisão aberta é uma concessão pública delegada que exige imparcialidade e compromisso com a verdade. Usar a grade de jornalismo para blindar juízes suspeitos e manipular o debate eleitoral constitui desvio de finalidade passível de processo de não-renovação e cassação da concessão pública perante o Ministério das Comunicações e o Congresso Nacional.

📌 LEIA TAMBÉM AS OUTRAS MATÉRIAS DA SÉRIE:

  • Reportagem 1: “A Ilusão das Telas Capturadas: Como a Violação da Cadeia de Custódia e a Militância Pericial Invalidam as Ilações Contra o STF no Caso Master” — Entenda por que os laudos e vazamentos seletivos promovidos por André Mendonça não possuem validade jurídica.
  • Reportagem 2: “A Concessão em Xeque: Como a Omissão Editorial da Globo no Caso Banco Master Viola a Lei e Sela Sua Própria Ruína Política” — A análise detalhada da legislação de radiodifusão e o risco reputacional e legal assumido pelos Marinho.

FOMOS OBRIGADOS A FAZER ESTA NOTA! EM 15/09/2026 PUBLICAMOS “O MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA NÃO TIRA O SIGILO DO CELULAR DO VORCARO PORQUE O APARELHO GUARDA PROVAS DE QUE O PRÓPRIO MINISTRO RECEBEU DINHEIRO DO BANQUEIRO LADRÃO”

ERRATA? NÃO, PREMONIÇÃO: A CONTA DE MENDONÇA QUE NÃO FECHA NEM COM MILAGRE

Na edição do último dia 15 de setembro, este CORREIO NACIONAL publicou uma reportagem apontando que a súbita timidez do ministro André Mendonça em escancarar os sigilos telefônicos de Daniel Vorcaro guardava relação direta com dinheiros milionários irrigando o seu ecossistema. Na ocasião, a claque de gabinetes e os defensores da retórica da “imparcialidade” vociferaram contra a nossa apuração.

Vimos a público hoje, portanto, para prestar o nosso mais sincero pedido de desculpas… por termos sido econômicos.

A realidade, sempre caprichosa em Brasília, provou que a nossa reportagem não errou — apenas ficou aquém do refinamento do negócio. Veio à luz a confirmação de que o ministro recebeu a bagatela de R$ 5 milhões vinda diretamente das mãos de um sócio do próprio Vorcaro. A transação, que nasceu sob a roupagem de uma aprazível sociedade comercial entre o magistrado e o operador financeiro, passou por uma mágica metamorfose jurídica e foi subitamente rebatizada de “empréstimo pessoal”.

Um empréstimo com taxas genuinamente bolsonarianas de juros e condições de pagamento que fariam qualquer banco de varejo chorar de inveja: até o presente momento, o nobre ministro quitou a impressionante marca de pouco mais de 5% do total do saldo.

Diante de tamanha generosidade privada, o CORREIO NACIONAL se vê na obrigação de lançar ao leitor a única pergunta que a liturgia da Corte insiste em não fazer: não fosse a toga no ombro e a cadeira no STF, haveria na praça algum ser humano de boa alma disposto a entregar R$ 5 milhões a perder de vista para André Mendonça?

A benevolência, contudo, não para na pessoa física. A matemática do terrivelmente bem-sucedido magistrado estende-se ao seu antigo instituto — aquele do qual ele era proprietário até outro dia. Trata-se do mesmo instituto que subitamente virou o destino preferido das verbas de prefeituras geridas pelo campo bolsonarista, que jorraram outros tantos milhões em contratos que dispensam qualquer esforço de explicitação.

O CORREIO NACIONAL reforça, assim, o seu compromisso com a exatidão: não erramos dia 15. Apenas assistimos, em tempo real, ao encontro marcado entre a moralidade de fachada e as planilhas bancárias do mundo real.

A Redação.

CIA, PERITO E UMA REPÓRTER DA GLOBO PRODUZIRAM PROVAS FALSAS CONTRA MORAES PARA INTERFERIR NA ELEIÇÃO

Correio Nacional (.org) 15 de setembro de 2026

Com tempero de Hollywood e acabamento de pastelão brasiliense, consórcio golpista uniu espionagem internacional, laudo sob encomenda e vaza-jato globalista para tentar implodir o pleito e arrancar o magistrado da cena política.

BRASÍLIA — O que se desenhava como uma pretensa cruzada pela transparência institucional foi desmascarado como uma operação criminosa de guerra híbrida. Investigações de bastidor revelam que o ministro Alexandre de Moraes foi o alvo central de uma armação engendrada por uma verdadeira quadrilha transnacional: agentes da CIA, um perito técnico de moral flexível e uma repórter do Grupo Globo. O consórcio fabricou uma perícia completamente falsa, recheada de dados manipulados e laudos encomendados, com o objetivo explícito de criar o caos na Suprema Corte, emparedar o magistrado e desestabilizar as eleições brasileiras.

A trama, que faria qualquer roteirista de suspense barato babar de inveja, escancara até onde vai o desespero quando o objetivo é melar o jogo democrático. A engenharia da farsa funcionava em perfeita divisão de trabalho: a agência norte-americana forneceu o arcabouço tecnológico e a orientação geopolítica; o perito “alugado” assinou a fraude com o carimbo de autoridade técnica; e a repórter encarregou-se de dar o ar de escândalo urgente na tela da maior rede de televisão do país.

O cinismo da operação reside justamente no uso do jornalismo e da perícia técnica como armas de arremesso. A dita “prova cabal” que supostamente incriminava Moraes não passava de uma montagem grosseira, um Frankenstein digital gerado para virar manchete de última hora e pauta no horário nobre. O timing, claro, não foi obra do acaso: a bomba com pavio curto foi solta exatamente na reta final do período eleitoral, desenhada sob medida para alimentar a claque das redes sociais e dar pretexto para pedidos de impeachment e anulação do pleito.

Enquanto a grande mídia fingia consternação e cobrava explicações do ministro, o bastidor da farsa ruiu pela própria pressa dos executores. O consórcio subestimou a capacidade de checagem do próprio Supremo e a amadorística contradição do laudo pericial, que evaporou ao menor sinal de auditoria independente. A repórter, que sonhava com o Prêmio Pulitzer por derrubar um ministro do STF, e o perito, que já contava os dividendos do serviço prestado, viram o enredo ruir em tempo recorde.

CONCLUINDO,

a tentativa de usar a infraestrutura da espionagem americana combinada com o sensacionalismo da vênus platinada revelou-se um tiro no pé de proporções épicas. Moraes, que deveria figurar como o grande vilão abatido pela “moralidade”, sai da emboscada como a vítima inequívoca de um complô internacional de quinta categoria.

A quadrilha que se juntou para interferir na soberania popular e nas urnas do país descobre agora o preço de operar fraudes tão transparentes. Resta saber se os envolvidos — da inteligência estrangeira à redação de TV — prestarão seus depoimentos em português ou se precisarão de tradução simultânea quando a conta jurídica do golpe fracassado chegar.

Heren Low

IN DUBIO PRO REO E A LOGICA DAS TOGAS: POR QUE O “MINISTRO A.M.” SERIA ANDRÉ MENDONÇA E NÃO ALEXANDRE DE MORAES?

Correio Nacional (.org)

15 de setembro de 2026

Resgatado do Direito Romano para proteger o acusado na dúvida, o secular princípio expõe o absurdo das ilações na Suprema Corte: enquanto se tenta incinerar Moraes com mensagens ambíguas, os rastros de R$ 5 milhões em propina e bilhões sangrados da previdência pública por Daniel Vorcaro apontam sem escalas para o ecossistema político de André Mendonça.

BRASÍLIA — No alicerce da civilização jurídica ocidental impera a máxima romana in dubio pro reo — formulada para garantir que, diante do impasse ou da dúvida razoável, a decisão penda invariavelmente em favor do acusado. O conceito, gestado no Digesto de Justiniano como pilar contra o arbítrio estatal, parece ter sido sumariamente soterrado na Praça dos Três Poderes. Na tentativa desesperada de emparelhar a sigla “A.M.” ao nome do ministro Alexandre de Moraes em supostas menções colhidas nas apurações sobre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, a claque acusadora finge ignorar a hermenêutica mais elementar e os fatos materiais: toda a teia financeira, partidária e ideológica do escândalo gravita, na realidade, no entorno do ministro André Mendonça.

A aplicação apressada da sigla “A.M.” a Moraes desafia não apenas a lógica processual, mas a própria gravidade dos fatos. Do ponto de vista histórico, o princípio do in dubio pro reo surge no Direito Romano justamente para impedir que ilações, suposições ou narrativas encomendadas condenem um cidadão sem a certeza absoluta do delito. Transferido para o xadrez do STF, o benefício da dúvida — associado ao rigor dos indícios — torna a acusação a Moraes um exercício de pura acrobacia contorcionista.

Afinal, as conexões de Daniel Vorcaro e do combalido Banco Master não cruzam os caminhos da ala progressista ou institucional da Corte, mas sim a espinha dorsal do bolsonarismo. O próprio Vorcaro admitiu em tratativas de delação premiada que os R$ 5 milhões irrigados nas eleições de 2022 para as campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) não passaram de propina disfarçada. Não há mistério: o dinheiro erguido às custas da derrocada financeira de aposentados encontrou abrigo direto no ninho político que alçou André Mendonça à Suprema Corte sob o carimbo de “terrivelmente evangélico”.

Para além das doações diretas de campanha, o mapa do sangramento dos fundos de previdência estaduais e municipais (RPPS) alocados nas letras financeiras do Banco Master desenha uma geografia partidária cristalina. Dinheiro limpo de servidores e aposentados foi empurrado para o “fundo podre” da instituição sob a regência de governadores e prefeitos intrinsecamente ligados ao grupo político de Mendonça:

  • Governo do Rio de Janeiro (Cláudio Castro – PL): R$ 970 milhões do Rioprevidência aplicados no fundo podre.
  • Governo do Amazonas (Wilson Lima – União Brasil): R$ 50 milhões do fundo estadual transferidos ao Master.
  • Prefeitura de São Roque/SP (Guto Issa – PSD): R$ 93,15 milhões comprometidos.
  • Prefeitura de Cajamar/SP (Danilo Joan / Kauan Berto – PSD): R$ 87 milhões de recursos previdenciários.
  • Prefeitura de Araras/SP (Irineu Marretto – PSD): R$ 29 milhões aplicados.
  • Prefeitura de Aparecida de Goiânia/GO: R$ 40 milhões em ativos do banco.
  • Prefeitura de Santa Rita d’Oeste/SP (Osmarzinho – PL): R$ 2 milhões injetados na instituição.

CONCLUINDO,

ao confrontar o brocardo romano com a crueza dos números, a tentativa de colar a rubrica “A.M.” na túnica de Alexandre de Moraes expõe o cinismo de uma narrativa fabricada sob medida.

Se o princípio secular manda buscar a verdade real e proteger o acusado contra a dúvida fabricada, a matemática do escândalo aponta o dedo na direção oposta. Entre doações milionárias à extrema-direita e o saque sistemático à previdência promovido por aliados, a única sigla que guarda nexo de causalidade com o ecossistema do Banco Master atende pelo nome de André Mendonça. O resto é apenas fumaça lançada para proteger os verdadeiros padrinhos do banquete.

Análise das investigações do escândalo do Banco Master Esta reportagem detalha as apurações da Polícia Federal sobre o escândalo do Banco Master e os desdobramentos das doações de campanha vinculadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Heren Low