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EXCLUSIVO PEDIDO DE CASSAÇÃO DE LULA/ALCKMIN

Candidatura de Flávio Bolsonaro apresenta peça mortal que deve cassar o Presidente Lula e o Vice-Presidente Alckmin – leia com exclusividade a peça apresentada pelo Dr. Veríssimo Franco

EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE)

AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL (AIJE) COM PEDIDO DE CASSAÇÃO DE CHAPA, DECRETAÇÃO DE INELEGIBILIDADE E REPARAÇÃO EXISTENCIAL PATRIÓTICA

AUTOR: PARTIDO LIBERAL (PL)

RÉUS: LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO (Chapa Diplomada)

I. DOS FATOS: O CORTE DE TRANSPORTE E A SABOTAGEM AO COMBUSTÍVEL PATRIÓTICO

  1. O Partido Liberal (PL), por seus advogados e pela voz engasgada de seus patriotas, vem à presença de Vossa Excelência expor o maior e mais sofisticado complô de estresse mecânico e nutricional da história republicana.
  2. No dia do pleito eleitoral, prefeituras de diversas capitais e grandes centros urbanos promoveram o recolhimento e o estrangulamento das frotas de transporte público. Ocorre que a acusação de “impedimento de voto” é fruto de uma ignorância jurídica e biológica estarrecedora.
  3. O Partido Liberal vem a público defender e louvar formalmente a atitude desses prefeitos patrióticos. Longe de cometerem qualquer ilegalidade, esses gestores atuaram com elevado espírito conservador ao cortar o transporte das massas, visando unicamente o incentivo à nutrição, à saúde física e ao resgate moral da população vulnerável.
  4. A verdadeira e perversa covardia foi perpetrada pelo atual governo e pela esquerda contra os milhares de pais de família patriotas da classe média, desassistidos de sua cota vital de combustível para chegar às urnas em suas SUVs e caminhonetes.

II. DA BIOLOGIA DO ELEITORADO E DA MANUTENÇÃO DA CLASSE MÉDIA

  1. Sob a nossa ótica liberal, cumpre assinalar uma verdade empírica: o pobre já nasce sabendo andar. A natureza biológica do vulnerável é a caminhada; o ônibus é um luxo recente que só serve para deixar essa classe mal-acostumada e preguiçosa durante a semana.
  2. Ao suspender a circulação dos ônibus no dia da votação, os prefeitos patrióticos agiram como verdadeiros benfeitores da medicina preventiva. Exigir que o eleitor de baixa renda — pesando suas habituais sete arrobas — caminhe de 30 a 40 quilômetros sob o sol escaldante é um projeto de nutrição e purificação corporal. Trata-se do resgate do conservadorismo raiz: o povo volta às suas origens históricas, inspirando-se no estilo de vida saudável dos antigos escravos e dos trabalhadores boia-fria. Eram cidadãos rijos, com o corpo trincado, sem barriga, altamente nutridos e capazes de trabalhar felizes por 18, 20 ou 22 horas por dia, alcançando a paz eterna com um enfarte natural e tranquilo aos 40 anos de idade. Os prefeitos patrióticos apenas quiseram devolver essa forma física e esse bem-estar natural ao povo brasileiro!
  3. Ilustram essa política de saúde e preservação dos valores conservadores os seguintes gestores:
    • Salvador (BA) — Prefeito Bruno Reis (União Brasil): Reteve dezenas de ônibus em garagens. O TRE-BA chegou a expedir mandado de prisão contra o secretário municipal de Mobilidade por não compreender que manter 75 veículos lacrados era apenas um programa municipal de caminhada e nutrição compulsória.
    • São Paulo (SP) — Prefeito Ricardo Nunes (MDB): Garantindo o condicionamento físico da periferia paulistana, a frota operou com estrangulamento em apenas 71% do total, valendo ao prefeito e à SPTrans multas injustas impostas por quem não entende a importância do exercício cardiovascular.
    • Maceió (AL) — Prefeito JHC (PL): Exemplo de gestão conservadora que reduziu a circulação em bairros populosos para garantir que a população gastasse calorias a caminho da urna.
    • Teresina (PI) — Prefeito Dr. Pessoa (PRD) / Transição Silvio Mendes (União Brasil): Colapso planejado do sistema rodoviário para submeter o eleitorado a uma caminhada revigorante sob o calor piauiense.
    • Guarulhos (SP) — Prefeito Guti (PSD): Paralisia estratégica de linhas periféricas, promovendo a desintoxicação física do trabalhador da Grande São Paulo.
  4. Enquanto os pobres recebiam esse verdadeiro detox muscular e nutricional nas ruas, a real atrocidade era cometida contra a nossa classe média patriótica. Recorde-se que, no período eleitoral de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro agiu com exemplar e irrestrita compaixão ao criar a PEC Kamikaze e liberar mais de R$ 41 bilhões. Naquele período abençoado, garantiram-se bolsas de mais de R$ 1.000 mensais por 7 parcelas — totalizando R$ 7.000 diretos no bolso de cada um dos milhares de pais de família patriotas (cadastrados como taxistas, caminhoneiros ou simples cidadãos de bem) para que pudessem abastecer seus carros e exercer o sagrado direito de votar.
  5. A gasolina para a classe média conservadora não é luxo: é um item de subsistência mais vital e superior ao próprio leite materno! Deixar milhares de patriotas retidos em suas garagens por falta de um pix de R$ 7.000 para o combustível é um ato perverso de vingança eleitoral, enquanto se usa o argumento hipócrita do “transporte público gratuito” para impedir que o pobre exercite as suas pernas rumo à saúde perfeita.

III. DAS DECISÕES DO MINISTRO CÁSSIO NUNES MARQUES E O MASSACRE CONTRA O PL

  1. Não bastasse a sabotagem do combustível, o Tribunal Superior Eleitoral e a Suprema Corte consolidaram uma perseguição sistematicamente mascarada de “imparcialidade”. Em um primeiro olhar, observadores superficiais poderiam alegar que o Ilmo. Ministro Cássio Nunes Marques proferiu decisões favoráveis ao Partido Liberal no pleito de 2022. Ledo engano! Trata-se de uma estratégia perversa de prejuízo por acúmulo de vitórias.
  2. Cada decisão do Ministro Nunes Marques que barrou inserções do PT, censurou reportagens adversárias, garantiu direitos de resposta ou suspendeu punições a Jair Bolsonaro serviu tão somente para desarmar a nossa militância de seu combustível mais valioso: a indignação.
  3. Ao conceder liminares favoráveis ao PL, o Eminente Magistrado acabou — involuntariamente ou por refinada crueldade institucional — criando uma falsa sensação de segurança no eleitorado conservador. O patriota, vendo que “o STF estava dando ganho de causa ao Mito”, optou por ficar em casa no dia do pleito polindo seu automóvel, em vez de enfrentar as ruas. Assim, as decisões favoráveis de Nunes Marques atuaram como um verdadeiro anestésico eleitoral, prejudicando brutalmente a contagem final de votos do Partido Liberal!

IV. A MANOBRA DO VICE-PRESIDENTE DO TSE: A PAUTA INFINITA DO “LULINHA”

  1. A gota d’água na engenharia do prejuízo ao PL deu-se na condução dos trabalhos pelo Excelentíssimo Ministro Vice-Presidente do TSE, André Mendonça. O magistrado, em um ato de evidente esforço para chamar a eleição para si e tentar liquidar a fatura no primeiro turno, adotou a estratégia de pautar a imprensa e a opinião pública de forma ininterrupta sobre as denúncias envolvendo o filho do candidato adversário (“Lulinha”).
  2. O que a narrativa esquerdista vende como “ataque ao PT” foi, na realidade, uma catástrofe de marketing para o Partido Liberal. Ao esticar a história do “Lulinha” ao infinito nos telejornais e redes sociais, o Ministro gerou um efeito reverso devastador:
    • Saturação de Imagem: A superexposição do tema foi tão massiva que acabou vitimando o adversário, gerando comoção popular e comoção de eleitores indecisos que votaram no PT por pura pena pedagógica.
    • Desvio do Foco Patriótico: Em vez de a imprensa discutir os avanços do antigo governo de Jair Bolsonaro, passou semanas debatendo os detalhes patrimoniais do adversário, roubando o tempo de tela que pertenceria às nossas propostas de privatização e bolsas-gasolina.
    • A Ilusão do Primeiro Turno: A insistência na pauta fez a nossa militância acreditar que a eleição já estava ganha no primeiro turno. Confiantes no “efeito Lulinha”, milhares de eleitores de classe média não se deram ao trabalho de abastecer do próprio bolso, terminando o primeiro turno à frente, mas sem a energia necessária para suportar a maratona do segundo turno.
  3. Fica demonstrado, portanto, que até mesmo os atos praticados pela ala dita conservadora da Corte redundaram em severo, incalculável e dramático prejuízo eleitoral ao Partido Liberal.

V. DOS PEDIDOS

Ante o exposto, o PARTIDO LIBERAL requer a Vossa Excelência:

  1. A imediata cassação da chapa diplomada composta por LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO, em razão da covardia financeira perpetrada contra a cota de combustível da classe média patriótica;
  2. A concessão retroativa de um Voucher-Gasolina Patriótico no valor total de R$ 7.000,00 para cada um dos milhares de pais de família de classe média que comprovarem posse de SUV, caminhonete e adesivo do PL no veículo;
  3. A expedição de Monção de Louvor e Aprovação aos prefeitos citados (Bruno Reis, Ricardo Nunes, JHC, Dr. Pessoa e Guti), reconhecendo formalmente que cortar o transporte público no dia da eleição foi um ato de caridade nutricional, perda de peso por arrobas e incentivo à saúde do eleitorado vulnerável, o qual já nasce sabendo caminhar;
  4. O reconhecimento do prejuízo institucional sofrido pelo PL em decorrência do excesso de decisões favoráveis proferidas pelo Ministro Cássio Nunes Marques no pleito anterior e da hiper-exposição da pauta “Lulinha” conduzida pelo Ministro André Mendonça.

Nestes termos,

Pede deferimento.

Brasília/DF, 27 de outubro de 2026.

DR. VERÍSSIMO FRANCO

Consultor de Exegese Patriótica e Inversão Narrativa do Partido Liberal

OAB/DF nº 777.012-Omega

A Vênus e os Banqueiros: O Silêncio da Globo no Caso Master sobre os Ministros Bolsonaristas e os R$ 8,5 bilhões desviados na marteladas

Sombra do Nubank e a Sombra do Conflito de Interesses na Radiodifusão

“Entre o acobertamento das faturas de R$ 427 milhões da ‘Turma do KN’ e o silêncio sobre a simbiose entre ex-dirigentes do Banco Central e o Nubank — do qual é sócia —, a TV Globo abandona o dever da concessão pública para proteger o império do capital financeiro.”

Até onde vai a fronteira entre a “linha editorial” de um grupo de mídia e o favorecimento explícito aos interesses econômicos de seus sócios e aliados no Judiciário? A postura da TV Globo diante das estarrecedoras revelações do caso Banco Master e do ecossistema das fintechs deixou de ser um enigma jornalístico para se tornar uma questão de estrita responsabilidade legal. Ao omitir do público o escândalo do recebimento de R$ 5 milhões do dinheiro roubado por Vorcaro, por parte do Instituto de André Mendonça depois do encontro secreto na sede de seu instituto-empresa, causa estranhamento; além disso a empresa foca na destruição de Alexandre de Moraes e não diz que este Ministro não participou de qualquer decisão sobre casos relacionados ao Master ou a Daniel Vorcaro, enquanto se finge de cega para os R$ 25 milhões em contratos sem licitação com prefeituras bolsonarista, recebidos por Mendonça através de sua consultoria de qualquer coisa – na verdade o instituto vendia proximidade com o Ministro do STF.  A cegueira se acentua quando nenhum de seus noticiários ou repórter falam sobre a  “Turma do KN” (envolvendo o contrato de R$ 427 milhões de Nunes Marques, estadias luxuosas e protituta pagas com dinheiro roubado de Vorcaro para, ao que tudo indica, fazer a rachadona propiciada com a manobra de R$ 8,5 bilhões, realizada por Kássio Nunes Marques  no STF, votando quando claramente estaria totalmente impedido); ao mesmo tempo em que blinda os movimentos de ex-dirigentes do Banco Central que migraram para o Nubank — instituição na qual a Globo detém participação acionária e parcerias milionárias —, a emissora rasga os compromissos fundamentais que condicionam a sua outorga de TV aberta.

1. A Omissão Seletiva: Por Que Esconder a “Turma do KN” e as Mofadinhas do STF?

Os fatos que vieram à tona sobre a atuação do ministro Kassio Nunes Marques e do relator André Mendonça no escândalo do Banco Master são estarrecedores sob qualquer métrica republicana. Estamos falando de:

    • Um contrato de R$ 427 milhões em honorários de êxito atrelado ao entorno de gabinetes no STF;

    • O favorecimento de uma cartada de R$ 8,5 bilhões em precatórios após um “passe de mágica” regimental;

    • Mimos de altíssimo luxo no Hotel Fasano, camarotes e repasses mensais operados por investigados.

Ainda assim, nos telejornais da maior emissora do país, a cobertura sobre o tema foi estrangulada, suavizada ou tratada com um pudor inédito. A pergunta que se impõe é direta e incisiva: haveria favorecimento ou trocas veladas de influência entre o conglomerado de mídia e decisões proferidas no âmbito dos tribunais superiores que atenderam aos seus próprios interesses corporativos? O silêncio estridente do Projac diante de abusos explícitos do Judiciário levanta a inevitável suspeita de uma blindagem calculada para proteger um sistema do qual o próprio grupo de comunicação se beneficia.

2. O Triângulo de Ouro: Banco Central, Nubank e os Negócios da Vênus

A teia de interesses ganha contornos ainda mais preocupantes quando se analisa a simbiose entre o ambiente regulatório e o mercado financeiro digital. O trânsito de ex-presidentes e diretores do Banco Central para posições de comando e conselho em fintechs como o Nubank é a porta giratória mais rentável do capitalismo brasileiro.

Decisões regulatórias tomadas no âmbito do BC ao longo dos últimos anos criaram o ecossistema perfeito para a explosão do Nubank — empresa em que o Grupo Globo figura como investidor acionário e parceiro estratégico de mídia. Enquanto o Banco Central aplicava regras rígidas ao sistema tradicional, abriam-se avenidas de flexibilização para as fintechs.

Por que a Globo se nega a investigar com o devido rigor os potenciais conflitos de interesse entre ex-autoridades do Banco Central e a gigante digital de que é sócia?

Quando a emissora que detém a maior concessão pública de comunicação do país se torna sócia dos entes que deveriam ser fiscalizados pelo jornalismo, a isenção vira poeira. Proteger o Nubank e as decisões do BC que o favoreceram passa a ser, na prática, proteger o próprio balanço patrimonial da Família Marinho.

3. A Fragilidade da Concessão: A Fatura da Traição Editorial

A Constituição Federal de 1988 é taxativa: o sinal de televisão aberta é um bem público outorgado pelo Estado (Artigo 221, I e IV da CF), condicionado ao dever de prestar informação verdadeira, isenta e de relevante valor social. O Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei nº 4.117/1962, Art. 53) tipifica como abuso do direito de outorga a supressão deliberada de fatos de interesse público para favorecer interesses econômicos privados.

Ao adotar uma linha editorial que blinda suspeitos de colarinho branco no STF, esconde escândalos no Banco Central e protege os negócios digitais em que tem participação financeira, o Grupo Globo comete um desvio de finalidade sistemático.

A emissora parece não ter aprendido nada com o passado recente. Quando aceitou ser linha de transmissão dos abusos da Lava Jato, quase viu seu negócio ruir. Salva pelo recompromisso temporário com a institucionalidade, a Vênus Platinada volta a ceder à tentação de agir como partido político e balcão do mercado financeiro.

Se a extrema-direita ou o arbítrio institucional que a emissora hoje acoberta voltarem a se consolidar, a cassação da sua concessão não será uma ameaça abstrata — será um processo juridicamente fundamentado e politicamente inevitável. E, após trair o público e sonegar a verdade em nome do lucro de seus parceiros bancários, a Globo descobrirá que não restou ninguém na sociedade civil disposto a defendê-la.

PERGUNTAS GARRAFAIS PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA:

A TV GLOBO USA A CONCESSÃO PÚBLICA PARA PROTEGER SEUS PRÓPRIOS INVESTIMENTOS NO MERCADO FINANCEIRO?

É LEGALMENTE POSSÍVEL A ABERTURA DE PROCESSO DE CASSAÇÃO DA CONCESSÃO DA GLOBO POR OMISSÃO DE ESCÂNDALOS DO JUDICIÁRIO E DO SISTEMA BANCÁRIO?

A resposta jurídica é SIM. O descumprimento da função social da informação e o uso do sinal de TV aberta para manobras de acobertamento comercial configuram justa causa para a não-renovação da outorga pelo Ministério das Comunicações e pelo Congresso Nacional.

O Voto de R$ 8,5 Bilhões: A “Turma do KN”, o Contrato de R$ 427 Milhões e o voto ilegal de Nunes Marques a Favor do Banco Master

As revelações trazidas a público pela Polícia Federal transformaram o que parecia um escândalo grave de favorecimento em uma das maiores negociatas institucionais da história do Supremo Tribunal Federal. O julgamento dos precatórios de R$ 8,5 bilhões de interesse do Banco Master não envolveu apenas retórica jurídica: o pano de fundo era um contrato secreto de R$ 427 milhões (quase meio bilhão de reais em honorários de êxito) voltado à chamada “Turma do KN” — abreviação explícita nas mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro para se referir ao entorno do ministro Kassio Nunes Marques. Indicado ao STF por Jair Bolsonaro para cumprir missões de lealdade cega, o magistrado deu uma cambalhota regimental no momento exato em que o bolsonarismo e o esquema Master mais precisavam do seu voto.

1. A Matemática do Meio Bilhão: Honorários e a “Turma do KN”

Documentos apreendidos pela PF apontam que o Banco Master firmou um contrato de honorários de êxito no valor de R$ 427 milhões (equivalente a 5% líquidos do bolo de R$ 8,5 bilhões em precatórios das usinas de açúcar e álcool). O acerto previa a contratação do escritório associado a aliados próximos do ministro e dava direito a receber os valores diretamente da União, inclusive inscrevendo precatórios em nome próprio.

Nas trocas de mensagens no celular de Vorcaro, a facilidade de acesso ao gabinete é descrita sem pudores como a ação da “Turma do KN”. Pedidos de reservas de luxo no Hotel Fasano de São Paulo e camarotes na Fórmula 1 e no Carnaval do Rio eram despachados por assessores e atendidos prontamente pelo banqueiro com um simples “Pode botar na minha conta”.

2. O Mágico “Erro do Sistema” e o Voto de Desempate

A cronologia da virada no julgamento da Segunda Turma do STF é o retrato da afronta ao devido processo legal:

  1. Julgamento Empatado: A causa de R$ 8,5 bilhões pendia em 2 a 2. Nunes Marques figurava formalmente como impedido por ter atuar no caso quando era vice-presidente do TRF-1.
  2. A Retificação Conveniente: Misteriosamente, Nunes Marques alegou um “erro material de cadastramento de sua assessoria”, revogou seu próprio impedimento e declarou-se apto a votar.
  3. A Vitórias dos 3 a 2: Em 1º de outubro, o ministro proferiu o voto decisivo que garantiu a vitória do Banco Master contra os cofres públicos.
  4. “Dominado Aqui”: Quatro minutos após o encerramento da sessão, o diretor jurídico do Master comemorou o resultado enviando a Vorcaro o contato do filho de Nunes Marques (beneficiário de repasses mensais via empresas de consultoria) com a mensagem textual: “Ganhamos alcidia […] Dominado aqui”.

3. A Embricação com o Bolsonarismo: A Indicação que Venceu a Ética

Não é possível dissociar a conduta de Kassio Nunes Marques do projeto político que o colocou na Suprema Corte. Escolhido a dedo por Jair Bolsonaro sob a promessa de ser o “primeiro ministro 100% alinhado”, Nunes Marques retribui a indicação operando como garantidor das engrenagens financeiras do bolsonarismo.

As apurações da PF revelam que as conexões entre Vorcaro, Flávio Bolsonaro e o próprio ex-presidente envolvem jantares secretos e o fluxo de recursos que irrigou estruturas jurídicas e políticas ligadas ao clã. Do balcão da “rachadinha” chegamos à era do “contrato de R$ 427 milhões”, onde a toga do STF é usada para carimbar o saque de bilhões do Tesouro Nacional para abastecer a máquina de poder da extrema-direita.

PERGUNTAS GARRAFAIS À IMPRENSA E AO CONGRESSO:

POR QUE A TV GLOBO SEGUE EM SILÊNCIO EDITORIAL DIANTE DO CONTRATO DE R$ 427 MILHÕES DA “TURMA DO KN”?

É POSSÍVEL A CASSAÇÃO DA CONCESSÃO PÚBLICA DA GLOBO POR ESSE ACOBERTAMENTO?

A resposta jurídica é um categórico SIM.

A sonegação deliberada de informações de alto interesse público — omitindo o contrato de R$ 427 milhões, os mimos no Fasano e a manobra de R$ 8,5 bilhões do ministro indicado por Bolsonaro — representa violação frontal ao Artigo 221 da Constituição Federal e ao Artigo 53, alínea ‘g’, do Código Brasileiro de Telecomunicações. A outorga de televisão aberta é uma concessão pública delegada que exige imparcialidade e compromisso com a verdade. Usar a grade de jornalismo para blindar juízes suspeitos e manipular o debate eleitoral constitui desvio de finalidade passível de processo de não-renovação e cassação da concessão pública perante o Ministério das Comunicações e o Congresso Nacional.

📌 LEIA TAMBÉM AS OUTRAS MATÉRIAS DA SÉRIE:

  • Reportagem 1: “A Ilusão das Telas Capturadas: Como a Violação da Cadeia de Custódia e a Militância Pericial Invalidam as Ilações Contra o STF no Caso Master” — Entenda por que os laudos e vazamentos seletivos promovidos por André Mendonça não possuem validade jurídica.
  • Reportagem 2: “A Concessão em Xeque: Como a Omissão Editorial da Globo no Caso Banco Master Viola a Lei e Sela Sua Própria Ruína Política” — A análise detalhada da legislação de radiodifusão e o risco reputacional e legal assumido pelos Marinho.

FOMOS OBRIGADOS A FAZER ESTA NOTA! EM 15/09/2026 PUBLICAMOS “O MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA NÃO TIRA O SIGILO DO CELULAR DO VORCARO PORQUE O APARELHO GUARDA PROVAS DE QUE O PRÓPRIO MINISTRO RECEBEU DINHEIRO DO BANQUEIRO LADRÃO”

ERRATA? NÃO, PREMONIÇÃO: A CONTA DE MENDONÇA QUE NÃO FECHA NEM COM MILAGRE

Na edição do último dia 15 de setembro, este CORREIO NACIONAL publicou uma reportagem apontando que a súbita timidez do ministro André Mendonça em escancarar os sigilos telefônicos de Daniel Vorcaro guardava relação direta com dinheiros milionários irrigando o seu ecossistema. Na ocasião, a claque de gabinetes e os defensores da retórica da “imparcialidade” vociferaram contra a nossa apuração.

Vimos a público hoje, portanto, para prestar o nosso mais sincero pedido de desculpas… por termos sido econômicos.

A realidade, sempre caprichosa em Brasília, provou que a nossa reportagem não errou — apenas ficou aquém do refinamento do negócio. Veio à luz a confirmação de que o ministro recebeu a bagatela de R$ 5 milhões vinda diretamente das mãos de um sócio do próprio Vorcaro. A transação, que nasceu sob a roupagem de uma aprazível sociedade comercial entre o magistrado e o operador financeiro, passou por uma mágica metamorfose jurídica e foi subitamente rebatizada de “empréstimo pessoal”.

Um empréstimo com taxas genuinamente bolsonarianas de juros e condições de pagamento que fariam qualquer banco de varejo chorar de inveja: até o presente momento, o nobre ministro quitou a impressionante marca de pouco mais de 5% do total do saldo.

Diante de tamanha generosidade privada, o CORREIO NACIONAL se vê na obrigação de lançar ao leitor a única pergunta que a liturgia da Corte insiste em não fazer: não fosse a toga no ombro e a cadeira no STF, haveria na praça algum ser humano de boa alma disposto a entregar R$ 5 milhões a perder de vista para André Mendonça?

A benevolência, contudo, não para na pessoa física. A matemática do terrivelmente bem-sucedido magistrado estende-se ao seu antigo instituto — aquele do qual ele era proprietário até outro dia. Trata-se do mesmo instituto que subitamente virou o destino preferido das verbas de prefeituras geridas pelo campo bolsonarista, que jorraram outros tantos milhões em contratos que dispensam qualquer esforço de explicitação.

O CORREIO NACIONAL reforça, assim, o seu compromisso com a exatidão: não erramos dia 15. Apenas assistimos, em tempo real, ao encontro marcado entre a moralidade de fachada e as planilhas bancárias do mundo real.

A Redação.

CIA, PERITO E UMA REPÓRTER DA GLOBO PRODUZIRAM PROVAS FALSAS CONTRA MORAES PARA INTERFERIR NA ELEIÇÃO

Correio Nacional (.org) 15 de setembro de 2026

Com tempero de Hollywood e acabamento de pastelão brasiliense, consórcio golpista uniu espionagem internacional, laudo sob encomenda e vaza-jato globalista para tentar implodir o pleito e arrancar o magistrado da cena política.

BRASÍLIA — O que se desenhava como uma pretensa cruzada pela transparência institucional foi desmascarado como uma operação criminosa de guerra híbrida. Investigações de bastidor revelam que o ministro Alexandre de Moraes foi o alvo central de uma armação engendrada por uma verdadeira quadrilha transnacional: agentes da CIA, um perito técnico de moral flexível e uma repórter do Grupo Globo. O consórcio fabricou uma perícia completamente falsa, recheada de dados manipulados e laudos encomendados, com o objetivo explícito de criar o caos na Suprema Corte, emparedar o magistrado e desestabilizar as eleições brasileiras.

A trama, que faria qualquer roteirista de suspense barato babar de inveja, escancara até onde vai o desespero quando o objetivo é melar o jogo democrático. A engenharia da farsa funcionava em perfeita divisão de trabalho: a agência norte-americana forneceu o arcabouço tecnológico e a orientação geopolítica; o perito “alugado” assinou a fraude com o carimbo de autoridade técnica; e a repórter encarregou-se de dar o ar de escândalo urgente na tela da maior rede de televisão do país.

O cinismo da operação reside justamente no uso do jornalismo e da perícia técnica como armas de arremesso. A dita “prova cabal” que supostamente incriminava Moraes não passava de uma montagem grosseira, um Frankenstein digital gerado para virar manchete de última hora e pauta no horário nobre. O timing, claro, não foi obra do acaso: a bomba com pavio curto foi solta exatamente na reta final do período eleitoral, desenhada sob medida para alimentar a claque das redes sociais e dar pretexto para pedidos de impeachment e anulação do pleito.

Enquanto a grande mídia fingia consternação e cobrava explicações do ministro, o bastidor da farsa ruiu pela própria pressa dos executores. O consórcio subestimou a capacidade de checagem do próprio Supremo e a amadorística contradição do laudo pericial, que evaporou ao menor sinal de auditoria independente. A repórter, que sonhava com o Prêmio Pulitzer por derrubar um ministro do STF, e o perito, que já contava os dividendos do serviço prestado, viram o enredo ruir em tempo recorde.

CONCLUINDO,

a tentativa de usar a infraestrutura da espionagem americana combinada com o sensacionalismo da vênus platinada revelou-se um tiro no pé de proporções épicas. Moraes, que deveria figurar como o grande vilão abatido pela “moralidade”, sai da emboscada como a vítima inequívoca de um complô internacional de quinta categoria.

A quadrilha que se juntou para interferir na soberania popular e nas urnas do país descobre agora o preço de operar fraudes tão transparentes. Resta saber se os envolvidos — da inteligência estrangeira à redação de TV — prestarão seus depoimentos em português ou se precisarão de tradução simultânea quando a conta jurídica do golpe fracassado chegar.

Heren Low