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CIA, PERITO E UMA REPÓRTER DA GLOBO PRODUZIRAM PROVAS FALSAS CONTRA MORAES PARA INTERFERIR NA ELEIÇÃO

Correio Nacional (.org) 15 de setembro de 2026

Com tempero de Hollywood e acabamento de pastelão brasiliense, consórcio golpista uniu espionagem internacional, laudo sob encomenda e vaza-jato globalista para tentar implodir o pleito e arrancar o magistrado da cena política.

BRASÍLIA — O que se desenhava como uma pretensa cruzada pela transparência institucional foi desmascarado como uma operação criminosa de guerra híbrida. Investigações de bastidor revelam que o ministro Alexandre de Moraes foi o alvo central de uma armação engendrada por uma verdadeira quadrilha transnacional: agentes da CIA, um perito técnico de moral flexível e uma repórter do Grupo Globo. O consórcio fabricou uma perícia completamente falsa, recheada de dados manipulados e laudos encomendados, com o objetivo explícito de criar o caos na Suprema Corte, emparedar o magistrado e desestabilizar as eleições brasileiras.

A trama, que faria qualquer roteirista de suspense barato babar de inveja, escancara até onde vai o desespero quando o objetivo é melar o jogo democrático. A engenharia da farsa funcionava em perfeita divisão de trabalho: a agência norte-americana forneceu o arcabouço tecnológico e a orientação geopolítica; o perito “alugado” assinou a fraude com o carimbo de autoridade técnica; e a repórter encarregou-se de dar o ar de escândalo urgente na tela da maior rede de televisão do país.

O cinismo da operação reside justamente no uso do jornalismo e da perícia técnica como armas de arremesso. A dita “prova cabal” que supostamente incriminava Moraes não passava de uma montagem grosseira, um Frankenstein digital gerado para virar manchete de última hora e pauta no horário nobre. O timing, claro, não foi obra do acaso: a bomba com pavio curto foi solta exatamente na reta final do período eleitoral, desenhada sob medida para alimentar a claque das redes sociais e dar pretexto para pedidos de impeachment e anulação do pleito.

Enquanto a grande mídia fingia consternação e cobrava explicações do ministro, o bastidor da farsa ruiu pela própria pressa dos executores. O consórcio subestimou a capacidade de checagem do próprio Supremo e a amadorística contradição do laudo pericial, que evaporou ao menor sinal de auditoria independente. A repórter, que sonhava com o Prêmio Pulitzer por derrubar um ministro do STF, e o perito, que já contava os dividendos do serviço prestado, viram o enredo ruir em tempo recorde.

CONCLUINDO,

a tentativa de usar a infraestrutura da espionagem americana combinada com o sensacionalismo da vênus platinada revelou-se um tiro no pé de proporções épicas. Moraes, que deveria figurar como o grande vilão abatido pela “moralidade”, sai da emboscada como a vítima inequívoca de um complô internacional de quinta categoria.

A quadrilha que se juntou para interferir na soberania popular e nas urnas do país descobre agora o preço de operar fraudes tão transparentes. Resta saber se os envolvidos — da inteligência estrangeira à redação de TV — prestarão seus depoimentos em português ou se precisarão de tradução simultânea quando a conta jurídica do golpe fracassado chegar.

Heren Low

MAFIOSO “andré mendonça” SAI PEQUENO AO SER DESMASCARADO E PASSA DE ACUSADOR A ACUSADO

CORREIO NACIONAL (.ORG)

Sessão de 15 de Setembro

O JULGAMENTO DO STF SE VIROU CONTRA O ACAUSADOR QUE FOI ESMAGADO NO PLENÁRIO “Pichuleco político e mafioso”, teve de escutar do decano.

O que era para ser o dia do juízo final para Alexandre de Moraes transformou-se em um melancólico espelho para André Mendonça, emparedado pelo decano Gilmar Mendes sob acusações de pragmatismo eleitoreiro, blindagem a pares e métodos dignos do crime organizado.

BRASÍLIA — O feitiço, como de costume na Praça dos Três Poderes, levou exatamente cinco minutos para virar contra o feiticeiro. Na tarde desta terça-feira (15 de setembro), a sessão do Supremo Tribunal Federal que prometia colocar o ministro Alexandre de Moraes na guilhotina institucional tomou um rumo tragicômico. O ministro André Mendonça, que vestia a armadura de justiceiro e promotor da moralidade, viu sua toga ser sumariamente despida na frente do plenário: em uma investida demolidora comandada pelo decano Gilmar Mendes, Mendonça deixou a banca de acusador para sentar-se confortavelmente no banco dos réus morais da Corte.

O enredo tinha tudo para ser um espetáculo perfeito para a claque das redes sociais. Mendonça entrou em campo disposto a fuzilar a atuação de Moraes, mas esqueceu-se da regra básica do xadrez brasiliense: nunca subestime a capacidade do decano de converter um ataque em uma autópsia ao vivo.

Com a acidez diplomática que lhe é peculiar, Gilmar Mendes não apenas desarmou o colega, como classificou a performance de Mendonça como uma atitude ostensivamente criminosa — apelidando a manobra de mero “pichuleco eleitoral com prática mafiosa”.

A ironia da cena beira o refinamento cinematográfico. Enquanto Mendonça tentava colocar o país e a República em transe na tentativa de capitalizar politicamente e construir palanque para a sua cruzada, viu expostas no telão as vísceras das suas próprias seletividades. Segundo o decano, o ardor moralizador de Mendonça ganha contornos de pura comédia quando comparado ao silêncio obsequioso que mantém para acobertar seus próprios aliados de bancada.

Mendes não economizou na munição e trouxe à tona o incômodo fantasma que ronda o ministro Nunes Marques — cujo filho foi arrastado para as manchetes por recebimentos ligados ao grupo Master/Vorcaro. O enredo, portanto, escancarou a dupla moral do acusador: a fúria implacável reservada aos adversários contrasta harmoniosamente com o manto de proteção estendido aos parças de toga.

CONCLUSÃO

No encerramento deste primeiro ato, o cenário que se desenha no STF é quase poético em sua degradação. Quem esperava ver a cabeça de Alexandre de Moraes servir de troféu para a sanha eleitoral assistiu a um André Mendonça encurralado, colhendo o vexame de ter seu denodo institucional desmascarado como chantagem barata.

O julgamento, que nascia para discutir os limites do poder de um ministro, termina com o país assistindo a mais um capítulo da tradicional ópera do “Ministro do teto de vidro”: um teatro onde a moralidade de Mendonça é apenas um figurino de ocasião e a justiça, um detalhe secundário diante dos projetos pessoais de poder.

Heren Low 2026